UESPI - Universidade Estadual do Piauí — Prova 2015
O sarampo costuma ser uma doença benigna na infância. Entretanto, complicações graves podem eventualmente ocorrer. Dentre elas, podemos citar, EXCETO:
Sarampo NÃO causa Síndrome de Reye; esta está ligada a AAS em infecções virais (gripe, varicela).
A Síndrome de Reye é uma complicação rara, mas grave, associada ao uso de ácido acetilsalicílico (AAS) em crianças com infecções virais, como influenza ou varicela, e não é uma complicação direta do sarampo em si.
O sarampo é uma doença infecciosa viral altamente contagiosa, causada pelo vírus do sarampo (Morbillivirus), que, apesar de ser geralmente benigna na infância, pode levar a complicações graves e potencialmente fatais. A vacinação é a principal medida preventiva. As complicações do sarampo podem ser diversas, incluindo infecções bacterianas secundárias (como otite média e pneumonia), laringotraqueobronquite, diarreia, adenite mesentérica e, mais gravemente, encefalite pós-sarampo e panencefalite esclerosante subaguda (PEES). A púrpura trombocitopênica também pode ser uma complicação hematológica. A Síndrome de Reye, por outro lado, é uma condição rara e grave caracterizada por encefalopatia aguda e degeneração gordurosa hepática. Sua ocorrência está fortemente associada ao uso de ácido acetilsalicílico (AAS) em crianças e adolescentes que estão se recuperando de infecções virais, principalmente influenza (gripe) e varicela (catapora). Portanto, não é uma complicação direta do sarampo, mas sim uma condição iatrogênica relacionada ao uso inadequado de AAS em certas infecções virais.
As complicações mais comuns incluem otite média aguda, pneumonia (viral ou bacteriana secundária), laringotraqueobronquite e diarreia.
É uma complicação neurológica grave, embora rara, que pode ocorrer dias a semanas após o início do exantema, caracterizada por inflamação cerebral e alto risco de sequelas neurológicas ou óbito.
A Síndrome de Reye é uma encefalopatia aguda com degeneração gordurosa hepática que ocorre em crianças e adolescentes após infecções virais (especialmente influenza e varicela) quando há uso de ácido acetilsalicílico (AAS).
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