Ecocardiograma no Diagnóstico de Complicações Pós-IAM

SUS-BA - Sistema Único de Saúde da Bahia — Prova 2016

Enunciado

Homem, 58 anos de idade, dá entrada no pronto-socorro queixando-se de dor torácica retroesternal, iniciada há 30 minutos, sem irradiação, associada a náuseas. De antecedentes, tem HAS compensada, em uso de losartana. Nega tabagismo ou etilismo. Tem história familiar de AVC em pai e irmão. Ao exame físico, apresenta regular estado geral, lúcido, com fácies de dor. Exames laboratoriais apresentam: FC = 90 bpm; PA = 120 x 70 mmHg; FR = 20 irpm; SatO₂ = 94%; IMC = 25 kg/m². Ausculta respiratória sem alterações. Ausculta cardíaca com ritmo cardíaco regular. bulhas hipofonéticas, em 2 tempos, sem sopros. Abdome sem alterações. Logo na entrada, a enfermagem realiza eletrocardiograma apresentado a seguir: Considerando o relato do caso:Após manejo inicial, o paciente foi internado na UTI e seguia estável, monitorizado, evoluindo 72 horas após com piora súbita do quadro, com PA = 60 x 40 mmHg; FC = 100 bpm; SatO₂ = 89%. No momento do exame físico, apresenta sopro pansistólico, alto, audível em borda esternal esquerda baixa, além de estertores crepitantes até ápice de pulmões. O paciente é intubado e são iniciadas medidas para estabilizar o quadro hemodinâmico. Nesse momento, indique o exame complementar mais importante à beira-leito para diagnóstico da complicação apresentada.

Alternativas

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