HPP - Hospital Infantil Pequeno Príncipe (PR) — Prova 2023
Sobre as complicações da coleciste aguda calculosa, correlacione a primeira e a segunda colunas.(1) Síndrome de Mirizzi.(2) Coledocolitíase.(3) Carcinoma de vesícula.(4) Íleo biliar.( ) Consiste na presença de cálculos na via biliar principal, podendo ser completamente assintomática ou resultar em cólica biliar, obstrução biliar, colangite ou pancreatite aguda.( ) Consiste na migração de cálculo(s) biliar(es) para o lúmen intestinal através de fístula interna.( ) É uma ocorrência rara com prognóstico ruim, apresentando sobrevida de 50% em 5 anos em pacientes diagnosticados no estágio I e de 3% no estágio IV.( ) Consiste na compressão extrínseca do ducto biliar por pressão diretamente sobre esse por cálculo no infundíbulo ou no colo da vesícula biliar.Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
Complicações colecistite aguda: Mirizzi (compressão extrínseca), Coledocolitíase (cálculo via biliar principal), Íleo biliar (fístula + obstrução intestinal), Carcinoma (raro, mau prognóstico).
A colecistite aguda calculosa pode evoluir para complicações graves. É crucial entender as manifestações de cada uma, como a coledocolitíase que causa obstrução biliar e a síndrome de Mirizzi que comprime o ducto biliar extrinsecamente, para um manejo adequado e precoce.
A colecistite aguda calculosa é uma condição comum, mas suas complicações podem ser graves e exigem reconhecimento rápido. A coledocolitíase, a presença de cálculos na via biliar principal, pode levar a cólica biliar, icterícia obstrutiva, colangite e pancreatite aguda. A Síndrome de Mirizzi, por sua vez, é caracterizada pela compressão extrínseca do ducto hepático comum por um cálculo impactado no infundíbulo da vesícula ou no ducto cístico, resultando em icterícia obstrutiva. O íleo biliar é uma complicação menos comum, mas potencialmente fatal, onde um cálculo biliar grande erode a parede da vesícula e do intestino (geralmente duodeno), formando uma fístula colecistoentérica e migrando para o lúmen intestinal, causando obstrução mecânica. O carcinoma de vesícula biliar é uma complicação rara, mas com prognóstico sombrio, frequentemente associado à colelitíase crônica e vesícula em porcelana. O diagnóstico precoce dessas condições é fundamental para um manejo cirúrgico ou endoscópico adequado. O tratamento das complicações varia desde a remoção endoscópica de cálculos na coledocolitíase até a cirurgia complexa para íleo biliar ou carcinoma de vesícula. A identificação correta de cada complicação através de exames de imagem e a compreensão de sua fisiopatologia são cruciais para a tomada de decisão clínica e para a preparação em provas de residência médica.
As principais complicações incluem coledocolitíase, síndrome de Mirizzi, íleo biliar e, mais raramente, carcinoma de vesícula biliar. Cada uma apresenta mecanismos e manifestações clínicas distintas.
A Síndrome de Mirizzi envolve a compressão extrínseca do ducto biliar comum por um cálculo impactado no infundíbulo ou ducto cístico, enquanto a coledocolitíase é a presença de cálculos diretamente no lúmen da via biliar principal.
O íleo biliar é uma complicação rara onde um cálculo biliar migra para o lúmen intestinal através de uma fístula colecistoentérica, causando obstrução mecânica do intestino delgado, geralmente no íleo terminal.
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