Complexo SNARE e Exocitose: Mecanismos de Fusão Vesicular

Prova 2025

Enunciado

Em um experimento de neurobiologia celular, pesquisadores utilizam um peptídeo sintético que mimetiza a estrutura da sinaptobrevina (VAMP), mas com uma modificação: ele se liga de forma irreversível à Sintaxina-1 e ao SNAP-25 logo após a fusão da membrana vesicular com a membrana plasmática. Ao estimularem neurônios em cultura com despolarizações repetidas, observa-se que, após uma breve liberação inicial de neurotransmissores, a exocitose cessa completamente, apesar da manutenção dos níveis intracelulares de cálcio e da presença de vesículas sinápticas no terminal. A análise ultraestrutural revela que as vesículas remanescentes se aproximam da zona ativa, mas não conseguem completar o ancoramento funcional. O bloqueio da exocitose nesse modelo ocorre porque:

Alternativas

  1. A) O peptídeo impede a ativação do sensor de cálcio sinaptotagmina nas vesículas.
  2. B) Há depleção de t-SNAREs livres para a formação de novos complexos trans-SNARE.
  3. C) O peptídeo inibe a atividade da ATPase NSF, impedindo a fusão das membranas.
  4. D) A endocitose compensatória mediada por clatrina é estimulada excessivamente pelo peptídeo.

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