HCanMT - Hospital de Câncer de Mato Grosso — Prova 2018
Sobre a complementariedade do setor privado no SUS, marque a opção correta:
SUS: Complementariedade privada prioriza filantrópicas e sem fins lucrativos, sempre sob princípios públicos.
A Constituição Federal e a Lei nº 8.080/90 permitem a participação complementar da iniciativa privada no SUS. Essa participação é preferencialmente para entidades filantrópicas e sem fins lucrativos, e deve sempre seguir os princípios e diretrizes do SUS.
O Sistema Único de Saúde (SUS) é um dos maiores sistemas de saúde pública do mundo, garantindo acesso universal, integral e equitativo. A Constituição Federal de 1988 e a Lei nº 8.080/90 (Lei Orgânica da Saúde) preveem a participação complementar da iniciativa privada, quando as disponibilidades do SUS forem insuficientes para garantir a cobertura assistencial. Essa complementariedade é um tema recorrente em provas de residência e concursos. A participação do setor privado no SUS é regulamentada e deve sempre obedecer aos princípios e diretrizes do sistema, como universalidade, integralidade e equidade. A preferência é dada a entidades filantrópicas e sem fins lucrativos, que podem firmar convênios ou contratos de direito público com o SUS para a prestação de serviços. Isso visa assegurar que o interesse público prevaleça e que os recursos sejam utilizados de forma eficiente para o benefício da população. Compreender a dinâmica da complementariedade é crucial para futuros médicos, pois impacta diretamente a organização e a oferta de serviços de saúde. É fundamental que os profissionais de saúde entendam que, mesmo em instituições privadas conveniadas, a lógica do SUS deve ser seguida, garantindo a qualidade e a acessibilidade dos serviços para todos os cidadãos.
O setor privado atua de forma complementar ao SUS, prestando serviços quando a capacidade da rede pública é insuficiente. Essa participação é regulada e deve seguir os princípios do sistema.
A Constituição Federal e a Lei nº 8.080/90 estabelecem que as instituições filantrópicas e sem fins lucrativos têm preferência para participar de forma complementar no SUS.
Sim, toda instituição privada que atua de forma complementar ao SUS deve obedecer aos princípios e diretrizes do sistema, como universalidade, integralidade e equidade.
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