HFASP - Hospital de Força Aérea de São Paulo — Prova 2020
Com os resultados dos exames solicitados durante o pré-natal, os médicos conseguem detectar enfermidades que podem ser transmitidas para o feto através do sangue da mãe. Selecione a alternativa correta dos exames sorológicos que devem ser solicitados a gestante para avaliar risco de infecção congênita, de acordo com as recomendações do Ministério da Saúde:
Rastreamento sorológico pré-natal obrigatório (MS): VDRL, HIV e HBsAg (Hepatite B).
O Ministério da Saúde preconiza o rastreamento universal de sífilis (VDRL), HIV e Hepatite B (HBsAg) em todas as gestantes durante o pré-natal. Essas infecções possuem alto risco de transmissão vertical e intervenções eficazes para prevenir a infecção congênita, sendo cruciais para a saúde materno-infantil.
O pré-natal é um período crucial para a saúde materno-infantil, visando identificar e manejar condições que possam afetar a gestante e o feto. A detecção de infecções transmissíveis verticalmente é uma prioridade, pois muitas delas podem ser prevenidas ou tratadas, reduzindo a morbimortalidade congênita. A fisiopatologia da transmissão vertical varia conforme o agente, mas geralmente ocorre via transplacentária, durante o parto ou amamentação. O diagnóstico precoce através de exames sorológicos permite a implementação de medidas profiláticas ou terapêuticas. O Ministério da Saúde estabelece um protocolo de rastreamento para sífilis (VDRL), HIV e Hepatite B (HBsAg) como parte da rotina de pré-natal. O tratamento e a profilaxia dessas infecções são altamente eficazes. Para sífilis, a penicilina é o tratamento de escolha. Para HIV, a terapia antirretroviral reduz drasticamente a transmissão. Para Hepatite B, a imunoprofilaxia neonatal é fundamental. A adesão ao protocolo de pré-natal é essencial para garantir a saúde da mãe e do bebê.
Os exames essenciais incluem VDRL para sífilis, sorologia para HIV e HBsAg para Hepatite B, devido ao alto risco de transmissão vertical e à possibilidade de intervenções eficazes para prevenir a infecção do bebê.
Essas infecções podem ser transmitidas verticalmente para o feto, causando graves complicações congênitas. O diagnóstico precoce permite o tratamento e a profilaxia, prevenindo a infecção do bebê e melhorando o prognóstico.
Devem ser solicitados na primeira consulta de pré-natal e repetidos no terceiro trimestre, ou sempre que houver suspeita de nova exposição ou risco, garantindo a detecção oportuna.
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