UNESP/HCFMB - Hospital das Clínicas de Botucatu (SP) — Prova 2021
Com relação à vacina BCG, assinale a alternativa correta.
BCG: Complicações locais comuns incluem abscesso, úlcera e linfonodite fistulizada.
A vacina BCG, embora segura e eficaz na prevenção de formas graves de tuberculose, pode apresentar complicações locais. As mais comuns são abscesso no local da aplicação, úlcera persistente e linfonodite regional, que pode fistulizar. A ausência de cicatriz não indica falha vacinal e não é critério para revacinação.
A vacina BCG (Bacilo de Calmette-Guérin) é uma vacina atenuada amplamente utilizada globalmente para a prevenção da tuberculose, especialmente em países com alta carga da doença. Sua principal indicação é a proteção contra as formas mais graves e disseminadas da tuberculose, como a tuberculose miliar e a meningite tuberculosa, particularmente em crianças. É administrada intradermicamente, geralmente no braço direito. Embora seja uma vacina segura, a BCG pode apresentar reações adversas, predominantemente locais. As complicações mais comuns incluem a formação de abscesso no local da aplicação, úlcera persistente que pode demorar a cicatrizar, e linfonodite regional (geralmente axilar), que em alguns casos pode fistulizar. Essas reações são geralmente benignas e autolimitadas, mas requerem acompanhamento. É importante orientar os pais sobre o processo de cicatrização normal e desaconselhar o uso de pomadas ou curativos oclusivos. A revacinação não é indicada em caso de ausência de cicatriz vacinal, pois a presença da cicatriz não é um marcador confiável da imunidade conferida pela vacina. A compreensão dessas características é fundamental para a prática pediátrica e de saúde pública.
As complicações mais comuns da vacina BCG são reações locais como abscesso subcutâneo, úlcera persistente no local da aplicação e linfonodite regional, que pode evoluir para fistulização.
A vacina BCG é mais eficaz na proteção contra as formas graves e disseminadas da tuberculose, como a tuberculose miliar e a meningite tuberculosa, especialmente em crianças.
Não, a ausência de cicatriz vacinal não é um critério para revacinação. A formação da cicatriz não se correlaciona diretamente com a proteção imunológica conferida pela vacina.
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