SES-GO - Secretaria de Estado de Saúde de Goiás — Prova 2023
A fase do ciclo mais adequada para a realização da colposcopia é
Colposcopia → Melhor fase é a pré-ovulatória, devido à melhor visualização do colo uterino.
A fase pré-ovulatória é ideal para a colposcopia porque o colo uterino está mais evertido e o muco cervical é menos espesso, facilitando a visualização da junção escamocolunar e a identificação de lesões.
A colposcopia é um exame ginecológico que utiliza um aparelho chamado colposcópio para visualizar o colo uterino, a vagina e a vulva com ampliação. É frequentemente indicada após um resultado alterado do exame de Papanicolau ou na presença de lesões suspeitas, com o objetivo de identificar áreas anormais e guiar a realização de biópsias. A escolha do momento ideal no ciclo menstrual para a realização da colposcopia é crucial para a qualidade do exame. A fase pré-ovulatória, que ocorre após a menstruação e antes da ovulação (geralmente entre o 8º e o 12º dia do ciclo em um ciclo de 28 dias), é considerada a mais adequada. Nesta fase, sob a influência dos estrogênios, o colo uterino tende a estar mais evertido, e a junção escamocolunar (zona de transformação), onde a maioria das lesões pré-cancerígenas se desenvolve, torna-se mais visível. Além disso, o muco cervical é mais escasso e claro, facilitando a aplicação das soluções de ácido acético e lugol e a observação das alterações epiteliais. Evitar o período menstrual e a fase lútea tardia, quando o muco é mais espesso e o colo pode estar menos favorável, é fundamental para um exame de alta qualidade.
Na fase pré-ovulatória, sob influência estrogênica, o colo uterino está mais evertido, o muco cervical é mais claro e menos espesso, e a junção escamocolunar é mais visível, facilitando a avaliação.
Menstruação, sangramento ativo, inflamação cervical intensa, atrofia vaginal severa, uso recente de duchas vaginais ou medicamentos tópicos podem dificultar a visualização e a interpretação do exame.
A colposcopia tem como objetivo principal examinar o colo uterino, vagina e vulva com um colposcópio para identificar áreas anormais não visíveis a olho nu, especialmente após um resultado alterado de Papanicolau, e guiar biópsias.
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