Colestase Extra-Hepática: Exames de Imagem Essenciais
SEMUSA (SMS) Macaé — Prova 2018
Enunciado
A colestase extra-hepática é resultante da obstrução dos ductos biliares localizados fora do fígado ou do hilo hepático. A interrupção do fluxo de bile torna-se clinicamente evidente pela icterícia quando as concentrações de bilirrubina sérica estão elevadas acima de 2,0 - 2,5 mg/ dl. Em relação ao diagnóstico por imagem das síndromes colestática extra - hepáticas podemos afirmar que, EXCETO:
Alternativas
A) A ultrassonografia (USG) é o método de escolha para iniciar a investigação diagnóstica de pacientes com sintomatologia abdominal em função da elevada disponibilidade e baixo custo. A USG tem 90% de especificidade de demonstrar a colestase extra-hepática.
B) A tomografia computadorizada (TC) detecta formações periampulares "maior que" 2 cm com precisão maior que 90%, mas não permite o diagnóstico diferencial de tumores. Atualmente é o método padrão para diagnóstico e estadiamento de tumores periampulares.
C) A tomografia por emissão de pósitrons (PET-CT) é o exame de escolha no diagnóstico do câncer do ducto biliar, a identificação de uma área de maior metabolismo à PET-CT significa a ocorrência de lesão neoplásica.
D) A colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE) é o exame diagnóstico de escolha para identificar a coledocolitíase, permitindo intervenção terapêutica com a remoção de cálculos da via biliar em mais de 80% dos casos.
E) A colangiopancreatografia por ressônancia magnética (CPRM) permite visualizar os ductos biliares e pancreáticos e diagnosticar cálculos, tumores e estenoses.
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