SES-RJ - Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro — Prova 2021
Um paciente de 80 anos, assintomático, com colelitíase, cálculo único de 7mm e vesícula de paredes finas, interroga o cirurgião sobre a porcentagem de pacientes que terão sintomas em 20 anos, já que ele planeja viver até os 100 anos e goza de boa saúde. A porcentagem estimada nesse caso é:
Colelitíase assintomática → 20-30% desenvolvem sintomas em 20 anos.
A história natural da colelitíase assintomática indica que uma porcentagem relativamente baixa de pacientes desenvolverá sintomas ao longo de décadas. Para um paciente assintomático com cálculo único e vesícula de paredes finas, o risco de desenvolver sintomas em 20 anos é estimado entre 20% e 30%.
A colelitíase assintomática é uma condição comum, detectada incidentalmente em exames de imagem. Embora a presença de cálculos biliares seja um fator de risco para complicações, a maioria dos pacientes assintomáticos nunca desenvolverá sintomas ou complicações graves. A decisão de intervir cirurgicamente deve considerar o risco-benefício individual. A história natural da colelitíase assintomática mostra que apenas uma minoria dos pacientes se tornará sintomática ao longo do tempo. Estudos indicam que cerca de 20% a 30% dos pacientes desenvolverão sintomas em um período de 20 anos. O risco de complicações graves, como colecistite aguda, pancreatite biliar ou colangite, é ainda menor em pacientes assintomáticos. A conduta para colelitíase assintomática é geralmente expectante, com acompanhamento clínico. A colecistectomia profilática é reservada para situações de alto risco, como vesícula em porcelana (risco de câncer), cálculos muito grandes (>3cm), ou em pacientes com condições que aumentam o risco cirúrgico em caso de emergência (ex: anemia falciforme). A educação do paciente sobre os sintomas de alerta é fundamental.
Aproximadamente 20% a 30% dos pacientes com colelitíase assintomática desenvolverão sintomas ao longo de 20 anos, com a maioria permanecendo assintomática.
A colecistectomia profilática é raramente indicada em colelitíase assintomática, sendo reservada para casos específicos como vesícula em porcelana, cálculos maiores que 3 cm, anemia falciforme, transplante de órgãos ou anomalias congênitas do ducto biliar.
Fatores de risco incluem cálculos múltiplos, cálculos pequenos (que podem migrar mais facilmente), vesícula biliar não funcionante e história familiar de complicações biliares.
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