AMS - Autarquia Municipal de Saúde de Apucarana (PR) — Prova 2022
Sobre coledocolitíase, é correto afirmar, EXCETO:
Coledocolitíase: cálculos são geralmente secundários (migram da vesícula) e CPER é terapêutica de escolha.
A coledocolitíase é a presença de cálculos no ducto biliar comum. A maioria desses cálculos é secundária, ou seja, migra da vesícula biliar. A CPER é o método terapêutico de escolha, enquanto a CPRM é o exame diagnóstico não invasivo mais indicado.
A coledocolitíase, caracterizada pela presença de cálculos no ducto biliar comum, é uma condição gastrointestinal comum e de grande importância clínica. Sua prevalência é alta, especialmente em pacientes com colelitíase, e pode levar a complicações graves como colangite aguda e pancreatite biliar. O reconhecimento precoce e o manejo adequado são cruciais para evitar morbidade e mortalidade. Do ponto de vista fisiopatológico, a maioria dos cálculos na coledocolitíase é secundária, originando-se na vesícula biliar e migrando para o colédoco. O diagnóstico é frequentemente suspeitado por sintomas como icterícia, dor abdominal e febre, e confirmado por exames de imagem. A colangiopancreatografia por ressonância magnética (CPRM) é o exame diagnóstico não invasivo mais indicado devido à sua alta sensibilidade e especificidade. O tratamento da coledocolitíase é primariamente endoscópico, com a colangiopancreatografia endoscópica retrógrada (CPER) sendo o procedimento terapêutico de escolha para a remoção dos cálculos. Em casos selecionados ou falha da CPER, a abordagem cirúrgica pode ser necessária. A pancreatite biliar é uma complicação comum, sendo a coledocolitíase a causa mais frequente de pancreatite aguda no Brasil.
O exame diagnóstico não invasivo mais indicado para coledocolitíase é a colangiopancreatografia por ressonância magnética (CPRM), que permite visualizar os cálculos nos ductos biliares.
A colangiopancreatografia endoscópica retrógrada (CPER) é o procedimento terapêutico de escolha para a maioria dos casos de coledocolitíase, permitindo a remoção dos cálculos.
Na maioria das vezes, os cálculos na coledocolitíase são secundários, ou seja, migram da vesícula biliar para o ducto colédoco, sendo os cálculos primários menos comuns.
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