Coledocolitíase: Diagnóstico e Tratamento Ideal

HU-FMJ - Hospital Universitário da Faculdade de Medicina de Jundiaí (SP) — Prova 2021

Enunciado

Paciente de 64 anos de idade, masculino, hipertenso controlado, chega ao pronto socorro referindo dor em andar superior de abdome, sobretudo em hipocôndrio direito, relatando náuseas e alguns episódios de vômitos, além de relatar que, há cerca de 1 semana, sua urina ficou bastante escurecida e as fezes esbranquiçadas. Também notou os olhos e a pele amarelados. Ao Exame Físico, encontra-se estável, normocárdio, ictérico ++ / ++++, afebril, eupneico, normotenso, com abdome distendido com dor à palpação, sem sinais de peritonite. Apresenta amilase normal, exames laboratorias com discreta leucocitose e aumentos das bilirrubinas às custas de Bilirrubina Direta. Solicitado US de abdome total que revelou presença de cálculos na vesícula biliar com dilatação de vias biliares intra e extra hepáticas com cálculo em porção distal do colédoco, sem sinais de colecistite aguda. Frente a esse caso clínico, qual seria a melhor conduta?

Alternativas

  1. A) Solicitar tomografia de abdome total e indicar colecistectomia videolaparoscópica.
  2. B) Solicitar CPRE com papilotomia e, na mesma internação, colecistectomia vídeo.
  3. C) Cirurgia convencional com coledocotomia e colocação de dreno de Kehr.
  4. D) Cirurgia convencional da vesícula biliar com colangiografia intraoperatória sem abertura do colédoco.
  5. E) Solicitar drenagem percutânea da via biliar sem remoção da vesícula biliar.

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