Estratificação de Risco na Coledocolitíase: Conduta

MedEvo Simulado — Prova 2026

Enunciado

Letícia, uma paciente de 52 anos, procura atendimento médico com queixa de dor tipo cólica em hipocôndrio direito há 48 horas, associada a náuseas e um episódio de vômito. Ao exame físico, apresenta-se em bom estado geral, discretamente ictérica (1+/4+), com abdômen plano, ruídos hidroaéreos presentes e dor à palpação profunda em hipocôndrio direito, sem sinais de irritação peritoneal e sinal de Murphy negativo. Os exames laboratoriais revelam: Hemoglobina 13,2 g/dL, Leucócitos 8.400/mm³, Bilirrubina Total 3,2 mg/dL (Bilirrubina Direta 2,5 mg/dL), Fosfatase Alcalina 240 U/L (valor de referência: até 120 U/L), Gama-GT 310 U/L (valor de referência: até 40 U/L), AST 72 U/L e ALT 88 U/L. A ultrassonografia de abdômen superior demonstra vesícula biliar de paredes finas contendo múltiplos cálculos milimétricos, ducto colédoco com diâmetro de 8 mm em toda a sua extensão, sem evidência de imagens hiperecogênicas ou sombra acústica em seu interior. O ducto pancreático principal apresenta calibre preservado. Com base nos critérios de estratificação de risco para coledocolitíase, o próximo passo mais adequado para esta paciente é:

Alternativas

  1. A) Tomografia computadorizada de abdômen com contraste venoso e protocolo para vias biliares.
  2. B) Realização de colangiopancreatografia por ressonância magnética (CPRM).
  3. C) Encaminhamento para colecistectomia videolaparoscópica sem propedêutica adicional da via biliar.
  4. D) Realização de colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE).

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