Coledocolitíase: Estratificação de Risco e Conduta

MedEvo Simulado — Prova 2026

Enunciado

Um homem de 58 anos procura o pronto-atendimento com história de dor em cólica no hipocôndrio direito há 24 horas, associada a colúria. O paciente foi submetido a uma colecistectomia videolaparoscópica há três anos por colelitíase sintomática, sem intercorrências no pós-operatório. Ao exame físico, apresenta-se em bom estado geral, afebril, com discreta icterícia cutâneo-mucosa e abdome indolor à palpação, sem sinais de irritação peritoneal. Os exames laboratoriais revelam: Bilirrubina Total de 2,8 mg/dL (Bilirrubina Direta de 2,1 mg/dL), Fosfatase Alcalina de 280 U/L (Referência: 40-130 U/L), GGT de 310 U/L (Referência: 10-60 U/L), TGO de 65 U/L e TGP de 78 U/L. Uma ultrassonografia de abdome superior demonstra colédoco com calibre de 10 mm, porém sem evidência de cálculos em seu interior. Com base na estratificação de risco para coledocolitíase, a conduta mais adequada para este paciente é:

Alternativas

  1. A) Realizar Colangiopancreatografia Retrógrada Endoscópica (CPRE).
  2. B) Solicitar Colangiorressonância Magnética (CPRM).
  3. C) Indicar exploração cirúrgica das vias biliares por videolaparoscopia.
  4. D) Realizar Cintilografia de Vias Biliares (DISIDA/HIDA scan).

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