Coledocolitíase: Diagnóstico com ColangioRM e Manejo

UFRN/HUOL - Hospital Universitário Onofre Lopes - Natal (RN) — Prova 2019

Enunciado

Paciente de 42 anos, assintomática, comparece ao ambulatório de cirurgia geral em virtude de diagnóstico de colelitíase, evidenciado em USG que mostrava via biliar principal com calibre de 09 mm e múltiplos cálculos na vesícula com diâmetro médio de 1 cm. Na consulta, observou-se que a paciente apresentava-se ligeiramente ictérica, sendo, então, solicitada rotina laboratorial. No retorno, tinha bilirrubinas totais de 2,2 mg/dL, com bilirrubina indireta de 0,2 mg/dL e direta de 2 mg/dL, AST e ALT com valores próximos de 2x a normalidade e fosfatase alcalina e Gama GT acima do limite da normalidade. De modo a atender às melhores evidências de custo e efetividade, a investigação para o diagnóstico deve, então, prosseguir com

Alternativas

  1. A) colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE).
  2. B) imagem de ressonância magnética da via biliar (ColangioRM).
  3. C) ultrassonografia com preparo adequado (USG de abdome superior).
  4. D) tomografia computadorizada do abdome (TC de abdome).

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