Coledocolitíase: Colangiorressonância para Diagnóstico e Planejamento

UFU/HC - Hospital de Clínicas de Uberlândia (MG) — Prova 2018

Enunciado

Mulher, 37 anos, branca, relata que, há 30 dias, iniciou quadro de icterícia, associada à cólicas recorrentes em andar superior de abdome. Nega comorbidades. Duas cesáreas prévias. Exames laboratoriais: Hemoglobina = 12,1 g/dL; leucócitos = 8.500/mm³ (bastonetes-6%, segmentados-80%, linfócitos-10%, monócitos-3%); plaquetas = 345.000mm³; proteína C reativa = 10 mg/dL; aspartato aminotransferase = 54 U/L; alanina aminotransferase = 40 U/L; gama-GT = 445 U/L; fosfatase alcalina = 388 U/L; bilirrubina total = 7,5 mg/dL; bilirrubina direta = 6,6 mg/dL; amilase = 88 U/L; ureia = 38 mg/dL; creatinina = 0,8 mg/dL; Na = 136 mEq/L; K = 4,1 mEq/L. Ultrassonografia revela colecistopatia calculosa crônica com imagens compatíveis com coledocolitíase e dilatação de vias biliares extra-hepáticas. Ao exame físico: BEG; corada; hidratada; icterícia 3+/4+; afebril; eupneica; estável e normal hemodinamicamente; abdome com discreta dor à palpação profunda de hipocôndrio direito. Qual o exame complementar mais indicado para o planejamento terapêutico?

Alternativas

  1. A) Colangiopancreatografia retrógrada endoscópica. 
  2. B) Colangiorressonância.
  3. C) Colangiografia percutânea. 
  4. D) Colangiotomografia.

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