Coledocolitíase: Diagnóstico e Conduta na Suspeita

Universidade de Taubaté - UNITAU — Prova 2015

Enunciado

Mulher, 50 anos, Índice de Massa Corpórea (IMC) 35 kg/m², diabetes mellitus tipo II e hipertensão arterial, com quadro de crises dolorosas de abdome superior há dois anos. Última crise há 15 dias, com icterícia/colúria. Atualmente, sem queixas e anictérica, com exames laboratoriais normais, com exceção de gama GT de 150 u. Ultrassom de abdome superior com fígado e pâncreas normais; vesícula biliar repleta de cálculos médios e pequenos; via biliar principal intra-hepática normal e hepato-colédoco com 9 mm de calibre. O ambiente médico/hospitalar oferece recursos compatíveis com a tecnologia moderna para vias biliares. Qual a conduta formalmente NÃO indicada nesse caso?

Alternativas

  1. A) Tomografia computadorizada do abdome total.
  2. B) Colecistectomia laparatômica com colangiografia operatória.
  3. C) Colangiorressonância magnética.
  4. D) Colecistectomia videolaparoscópica com colangiografia operatória.
  5. E) Colangiopancreatografia retrógrada endoscópica.

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