Santa Casa de São Carlos (SP) — Prova 2025
Assinale a alternativa correta sobre a colecistite aguda em pediatria:
Colecistite aguda em crianças é menos comum que a crônica e frequentemente acalculosa, associada a doenças sistêmicas.
A colecistite aguda em pediatria é uma condição rara, sendo a forma acalculosa mais prevalente que em adultos, muitas vezes associada a doenças sistêmicas ou infecções. O atrito mecânico dos cálculos não é a única causa da inflamação.
A colecistite aguda em pediatria é uma condição rara, mas importante, que difere significativamente da apresentação em adultos. Enquanto nos adultos a forma calculosa é predominante, em crianças, a colecistite acalculosa é mais comum, frequentemente associada a doenças sistêmicas, infecções, trauma ou uso prolongado de nutrição parenteral total. O reconhecimento precoce é crucial para evitar complicações. O diagnóstico baseia-se na história clínica, exame físico e exames de imagem, como a ultrassonografia abdominal, que pode revelar espessamento da parede da vesícula biliar, líquido perivesicular ou a presença de cálculos. A suspeita deve surgir em crianças com dor abdominal persistente no quadrante superior direito e febre, especialmente na presença de fatores de risco. O tratamento inicial envolve suporte clínico, hidratação e antibioticoterapia de amplo espectro. A colecistectomia pode ser indicada em casos de colecistite calculosa ou em falha do tratamento conservador na forma acalculosa. O prognóstico geralmente é bom com o manejo adequado, mas complicações como perfuração podem ocorrer se o diagnóstico for tardio.
Em crianças, a colecistite aguda é frequentemente acalculosa, associada a infecções virais, sepse, trauma, doenças sistêmicas ou uso de nutrição parenteral total.
A principal diferença é a maior incidência da forma acalculosa em crianças, enquanto em adultos a colecistite é predominantemente calculosa e geralmente associada a cálculos biliares.
Os sintomas podem incluir dor abdominal no quadrante superior direito, febre, náuseas, vômitos e, em casos mais graves, icterícia. A apresentação pode ser atípica em lactentes.
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