Colecistite Aguda em Idosos: Manejo e Colecistostomia

SES-PE - Secretaria de Estado de Saúde de Pernambuco — Prova 2023

Enunciado

Homem, 86 anos, acamado, passado de AVE, insuficiência cardíaca com FE 21%, evoluindo com disfagia progressiva há 2 anos. No momento, não aceita nem líquidos. Foi avaliado pela fonoaudiologia que não evidenciou distúrbio de deglutição. Submetido à endoscopia digestiva alta, porém o esôfago encontrava-se com importante aumento de seu calibre e com grande quantidade de resíduo sólido não aspirável por endoscopia, não sendo possível identificar ou ultrapassar a cárdia.Durante o curso de seu internamento, o paciente da questão anterior evoluiu com dor abdominal em QSD, sonolência e insuficiência respiratória. Foi submetido à USG de abdômen que evidenciou líquido pericolecístico, vesícula de paredes espessadas com cálculos em seu interior, colédoco de calibre normal. Seus exames laboratoriais mostram leucocitose com desvio à esquerda e PCR elevada, além de bilirrubinas discretamente aumentadas. Diante do exposto, qual a conduta adequada para o caso?

Alternativas

  1. A) Antibioticoterapia e suporte intensivo. Se não houver melhora com 48h, colecistectomia aberta
  2. B) Antibioticoterapia e colecistectomia de emergência
  3. C) Antibioticoterapia e drenagem biliar externa urgente
  4. D) Antibioticoterapia e suporte intensivo, providenciar colecistostomia percutânea, caso não haja melhora
  5. E) Antibioticoterapia e suporte intensivo. Se não houver melhora em 48h, colecistectomia por vídeo

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