Colecistite Aguda Grave: Critérios de Tóquio e Manejo

IAMSPE/HSPE - Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público - Hospital do Servidor (SP) — Prova 2025

Enunciado

Sexo feminino, 86 anos, hipertensa, diabética insulinodependente e com histórico de coronariopatia, é admitida no Pronto Socorro com história de dor em hipocôndrio direito há 4 dias, com piora progressiva associada a febre.À entrada, estava anictérica, hidratada, contactuante, plastrão doloroso em hipocôndrio direito, sinal de Murphy positivo. Ultrassonografia mostrou vesícula hiperdistendida, com cálculo impactado no infundíbulo e paredes delaminadas, e líquido pericolecístico, sem coleções ou dilatação de vias biliares. Exames laboratoriais com 21 mil leucócitos sem desvio, Plaquetas 95 mil, Proteína C Reativa 40mg/dL (VR<1,0). Bilirrubinas totais 1,5, Creatinina 1,8 mg/dL. Aponte o fator mais importante para considerar como Colecistite Aguda Grave segundo critérios de Tokyo 2018, e a conduta preconizada neste caso:

Alternativas

  1. A) Idade superior a 75 anos; Antibioticoterapia e Colangiopancreatografia Retrógrada Endoscópica em até 24 horas.
  2. B) Vesícula com paredes delaminadas; colecistectomia Laparotômica.
  3. C) Leucocitose acima de 18 mil; antibioticoterapia, com colecistectomia após 4 semanas.
  4. D) Proteína C Reativa > 100 mg/L (ou 10mg/dL); colecistectomia videolaparoscópica de urgência.
  5. E) Plaquetas < 100 mil; colecistostomia por punção.

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