Colecistite Aguda: Complicações e Abordagem Terapêutica
UFG/HC - Hospital das Clínicas da UFG - Goiânia (GO) — Prova 2018
Enunciado
Uma paciente de 47 anos, IMC = 39, foi atendida com forte dor abdominal em cólica, pós-prandial, localizada no quadrante superior direito do abdome e irradiada para o dorso. Apresentava dor à palpação profunda do hipocôndrio direito com parada abrupta da inspiração profunda. Aspecto relevante da ultrassonografia abdominal feita na ocasião é ilustrado a seguir. Considerando o diagnóstico:
Alternativas
A) A perfuração da vesícula biliar é a complicação mais frequente, pode haver elevação no nível sérico de amilase, a colecistectomia videolaparoscópica é o tratamento de escolha e a colecistostomia é a opção terapêutica em pacientes graves.
B) A gangrena da vesícula biliar é a complicação mais frequente, não há elevação no nível sérico da amilase, a colecistectomia convencional é o tratamento de escolha e a colecistostomia não é opção terapêutica em pacientes graves.
C) A pancreatite aguda é a complicação mais frequente, pode haver elevação no nível sérico de amilase, a colecistectomia videolaparoscópica é o tratamento de escolha e a colecistostomia é opção terapêutica em pacientes graves.
D) O empiema da vesícula biliar é a complicação mais frequente, não há elevação no nível sérico de amilase, a colecistectomia convencional é o tratamento de escolha e a colecistostomia não é opção terapêutica em pacientes graves.
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