Colecistite Aguda Complicada: Manejo do Choque Séptico Biliar

HM São José - Hospital Municipal de São José (SC) — Prova 2019

Enunciado

Paciente de 66 anos, sexo feminino, obesa com índice de massa corpórea de 35, hipertensa, em uso de losartana e hidrocorotiazida, diabética em uso de metformina e glibenclamida, da entrada no pronto atendimento de hospital de referência apresentando febre de 38,2 graus Celsius, dor em quadrante abdominal superior direito há 18 horas com defesa a palpação. Encontra-se hipotensa (PA: 84/43 mmHg), FC 124 bpm. Torporosa e pouco contactuante. Exames de admissão mostram Glóbulos Brancos de 21.500/mm³, Plaquetas 66.000mm³, creatinina 2,9 mg/dl, glicemia 286 mg/dl, bilirrubinas totais de 0,8 mg/dl, amilase 49 U/L. Ultrassom mostrado abaixo. Qual a principal hipótese diagnóstica e a melhor conduta no momento?

Alternativas

  1. A) Colecistite aguda, estabilização com expansão volêmica, drogas vasoativas, antibioticoterapia de largo espectro, drenagem percutânea de via biliar com coleta de material para cultura e colecistectomia laparoscópica após controle da sepse.
  2. B) Pancreatite aguda, estabilização hemodinâmica com expansão volêmica, drogas vasoativas, admissão em terapia intensiva, jejum e tomografia de abdome após um período mínimo de 72 horas com punção guiada de necrose e cultura para direcionamento de antibioticoterapia.
  3. C) colangite aguda, expansão volêmica, antibiótico terapia de largo espectro ecolangiopancreatografia retrógrada endoscópica, papilotomia e retirada de cálculos coledocianos. Colecistectomia videolaparoscópica após controle de sepse.
  4. D) Colecistite aguda, expansão volêmica, antibioticoterapia de largo espectro, indicação de colecistectomia laparoscópica a ser realizada imediatamente para controle do foco séptico.

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