Colecistite Aguda em Paciente Crítico: Conduta Inicial

Centro Universitário do Espírito Santo - UNESC Colatina — Prova 2026

Enunciado

Homem de 84 anos, portador de DPOC grave (oxigenoterapia domiciliar), fração de ejeção de 30% e internado em UTI por choque séptico secundário a colecistite aguda calculosa. Exame físico: Murphy positivo, dor em hipocôndrio direito. TC: vesícula distendida com cálculos, espessamento parietal e coleções perivesiculares iniciais, sem sinais de perfuração livre. Em uso de antibiótico de amplo espectro e noradrenalina em dose moderada. Qual a conduta inicial mais apropriada neste contexto?

Alternativas

  1. A) Colecistectomia laparoscópica imediata, para controle definitivo da fonte.
  2. B) Colecistostomia percutânea, associada a antibiótico, com planejamento de colecistectomia definitiva quando otimizado.
  3. C) Antibioticoterapia exclusiva por 7-10 dias, sem drenagem inicial, visto que não há perfuração franca.
  4. D) Drenagem biliar endoscópica transmural (EUS-guiada) como primeira opção, por ser menos invasiva que o acesso percutâneo.
  5. E) Observação clínica em UTI por 24 horas para avaliar estabilidade antes de qualquer intervenção.

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