Colecistite Aguda Pós-Parto: Diagnóstico e Manejo

UFRN/HUOL - Hospital Universitário Onofre Lopes - Natal (RN) — Prova 2017

Enunciado

Paciente de 32 anos, feminina, no 20° dia pós-parto, apresenta quadro de dor abdominal intensa, em epigástrico, irradiada para Hipocôndrio Direito (HD) e dorso, associada a vômitos, que começou há cerca de 3h, após alimentação. Ao exame físico, a paciente encontra-se com bom estado geral, eupneica, descorada +/4+, anictérica, desidratada ++/4+. O abdome encontra-se flácido, doloroso em epigástrio, especialmente à palpação profunda e com vesícula palpável em HD, com Murphy +. US com interposição gasosa, impedindo a visualização do pâncreas e do colédoco, e mostrando parede da vesícula com 6 mm e delaminação, com cálculo fixo no infundíbulo, discreto líquido livre perivesicular e discreta dilatação das vias biliares intra-hepáticas. Leucograma de 17.000; amilase de 370 (normal até 125); BT de 2,6 com BD de 2,1; PCR de 120. TAP normal. Ureia 62 e creatinina 0,7. O diagnóstico dessa paciente e o próximo passo a ser dado são, respectivamente:

Alternativas

  1. A) Pancreatite aguda biliar; solicitar TC de abdome imediata para graduar severidade.
  2. B) Colecistite aguda calculosa; realizar colecistectomia de urgência.
  3. C) Colecistite aguda calculosa; realizar tratamento conservador e cirurgia posterior, após a crise.
  4. D) Pancreatite aguda biliar; solicitar exames para estabelecer critérios de Ranson.

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