Colecistite Aguda Pós-parto: Diagnóstico e Manejo Cirúrgico

HEDA - Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (PI) — Prova 2017

Enunciado

Mulher, 28 anos, no 25° dia pós-parto, apresenta quadro de dor abdominal intensa, em epigástrico, irradiada para hipocôndrio direito (HD) e dorso, associada a vômitos, que começou há cerca de 2h, após alimentação. Ao exame físico, a paciente encontra-se com bom estado geral, eupneica, descorada +/4+, anictérica, desidratada ++/4+. O abdome encontra-se flácido, doloroso em epigástrio, especialmente à palpação profunda e com vesícula palpável em HD, com Murphy +. US com interposição gasosa, impedindo a visualização do pâncreas e do colédoco, e mostrando parede da vesícula com 7mm e delaminação, com cálculo fixo no infundíbulo, discreto líquido livre perivesicular e discreta dilatação das vias biliares intra-hepáticas. Leucograma de 19.000, Amilase de 365 (normal até 125), BT de 2,6 com BD de 2,1, PCR de 120. TAP normal. Ureia 62 e creatinina 0,7. O diagnóstico dessa paciente e o próximo passo a ser dado são, respectivamente: 

Alternativas

  1. A) Pancreatite aguda biliar; solicitar TC de abdome imediata para graduar severidade.
  2. B) Colecistite aguda calculosa; realizar colecistectomia de urgência.
  3. C) Colecistite aguda calculosa; realizar tratamento conservador e cirurgia posterior, após a crise.
  4. D) Pancreatite aguda biliar; solicitar exames para estabelecer critérios de Ranson.
  5. E) Nenhuma das respostas anteriores.

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