UFPA/HUJBB - Hospital Universitário João de Barros Barreto - Belém (PA) — Prova 2020
A conduta mais adequada para um paciente com colecistite aguda não complicada, segundo critérios de Tokyo, é
Colecistite aguda não complicada (Tokyo): colecistectomia videolaparoscópica precoce (idealmente <72h).
Para colecistite aguda não complicada (Grau I e II pelos Critérios de Tokyo), a conduta padrão é a colecistectomia videolaparoscópica precoce. A cirurgia deve ser realizada preferencialmente nas primeiras 72 horas, podendo estender-se até 7 dias, para reduzir complicações e tempo de internação.
A colecistite aguda é uma inflamação da vesícula biliar, geralmente causada pela obstrução do ducto cístico por um cálculo biliar. Os Critérios de Tokyo (TG18) são amplamente aceitos para o diagnóstico e estratificação da gravidade, classificando a colecistite em Grau I (leve), Grau II (moderada) e Grau III (grave), o que orienta a conduta terapêutica. Para casos de colecistite aguda não complicada (Grau I e II), a conduta mais adequada e recomendada pelas diretrizes é a colecistectomia videolaparoscópica precoce. Essa abordagem cirúrgica, idealmente realizada dentro de 72 horas do início dos sintomas, mas que pode ser estendida até 7 dias, demonstrou reduzir a taxa de conversão para cirurgia aberta, o tempo de internação hospitalar e a incidência de complicações pós-operatórias. O tratamento precoce visa remover a fonte da inflamação e prevenir a progressão para formas mais graves da doença, como necrose, perfuração ou sepse biliar. O atraso na cirurgia pode levar a um aumento da dificuldade técnica devido à inflamação e fibrose, elevando os riscos para o paciente. Portanto, a identificação rápida e a intervenção cirúrgica oportuna são pilares fundamentais no manejo da colecistite aguda.
Os Critérios de Tokyo classificam a colecistite aguda em Grau I (leve), Grau II (moderada) e Grau III (grave), baseando-se em sinais locais de inflamação, sinais sistêmicos e disfunção de órgãos, orientando a conduta terapêutica.
A colecistectomia precoce, idealmente nas primeiras 72 horas, reduz o tempo de internação, a taxa de conversão para cirurgia aberta, o risco de complicações como necrose e perfuração, e a recorrência da doença.
Para colecistite aguda não complicada (Grau I e II), a cirurgia videolaparoscópica é idealmente realizada dentro de 72 horas do início dos sintomas, mas pode ser estendida com segurança até 7 dias em casos selecionados.
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