Segurança na Colecistectomia: Visão Crítica e Condutas de Resgate

UFPA/HUJBB - Hospital Universitário João de Barros Barreto - Belém (PA) — Prova 2024

Enunciado

Paciente masculino, 63 anos, previamente hígido, dá entrada no Pronto Atendimento com queixa de dor em hipocôndrio direito, de início há 3 dias, associada a náuseas e vômitos. Relata que o quadro teve início após ter ido a um churrasco. Conta também que já teve episódios de dor semelhante em outras ocasiões, porém com menor intensidade. De antecedentes, relata hipertensão e diabetes controlados. Ao exame físico:• Paciente consciente, orientado, eupneico, temperatura axilar de 38°C, anictérico,• Aparelho respiratório sem alterações,• Aparelho cardiovascular: FC 93 bpm, PA 140 x 75 mmHg,• Abdome obeso, flácido, doloroso à palpação em hipocôndrio direito, sinal de Murphy presente, descompressão brusca dolorosa,• Hemoglobina 12,8 g%, Hematócrito 38%, Leucócitos 18.200.Com base no mesmo quadro clínico, é correto afirmar:

Alternativas

  1. A) Na colecistectomia laparoscópica, a incidência de lesão de via biliar é inferior à cirurgia convencional.
  2. B) O conceito de Visão Crítica de Segurança, proposto por Strasberg, não foi eficaz em reduzir a incidência de lesão de via biliar na laparoscopia.
  3. C) Na impossibilidade de identificação das estruturas do hilo da vesícula, pode-se realizar uma colecistectomia parcial, com intuito de se evitar uma lesão de via biliar.
  4. D) A realização de colangiografia intraoperatória não auxilia na identificação da anatomia biliar.
  5. E) Este paciente deve ser operado pelo menos após 4 dias do início dos sintomas, não antes.

Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.

Responder questão no MedEvo