ISMEP - Instituto de Saúde e Medicina de Brasília (DF) — Prova 2023
O manejo da colecistite aguda tem passado por mudanças nas últimas décadas. Atualmente, são utilizadas as Diretrizes de Tokyo para critérios de diagnóstico e classificação da gravidade da colecistite aguda e da colangite aguda. Considerando essas diretrizes, assinale a alternativa correta.
Colecistite aguda: cirurgia idealmente por cirurgião experiente em laparoscopia, seguindo Diretrizes de Tokyo.
As Diretrizes de Tokyo são cruciais para o diagnóstico, classificação da gravidade e manejo da colecistite aguda e colangite. Elas enfatizam a importância da colecistectomia laparoscópica precoce, idealmente realizada por um cirurgião experiente, e guiam a terapia antimicrobiana e o tempo cirúrgico conforme a gravidade.
A colecistite aguda é uma inflamação da vesícula biliar, geralmente causada pela obstrução do ducto cístico por um cálculo. É uma das emergências abdominais mais comuns e seu manejo tem sido padronizado pelas Diretrizes de Tokyo, que oferecem um guia abrangente para diagnóstico, classificação de gravidade e tratamento. As Diretrizes de Tokyo classificam a colecistite aguda em três graus de gravidade (I, II e III), o que orienta a escolha do tratamento e o tempo da intervenção cirúrgica. A colecistectomia laparoscópica precoce (idealmente dentro de 72 horas do início dos sintomas) é o tratamento de escolha para a maioria dos pacientes. É enfatizada a importância de um cirurgião experiente em laparoscopia para realizar o procedimento, especialmente em casos de maior complexidade, a fim de reduzir complicações. A terapia antimicrobiana é um componente essencial do tratamento, com duração e espectro ajustados à gravidade e à resposta clínica do paciente.
As Diretrizes de Tokyo fornecem critérios diagnósticos, uma classificação de gravidade (Grau I, II, III) e recomendações de tratamento, incluindo o tempo ideal para a colecistectomia e a terapia antimicrobiana.
As diretrizes recomendam que a cirurgia seja realizada por um cirurgião experiente em laparoscopia, especialmente em casos mais complexos, para minimizar riscos e otimizar os resultados.
A duração da terapia antimicrobiana varia conforme a gravidade e a resposta ao tratamento. Para colecistite aguda de grau I e II, geralmente é mantida por 4-7 dias, ou até a resolução dos sinais de infecção.
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