Colecistite Aguda: Diagnóstico e Manejo Cirúrgico Precoce

Santa Casa de Ourinhos (SP) — Prova 2025

Enunciado

Paciente feminina, 52 anos de idade, comparece ao serviço de emergência queixando-se de dor abdominal no andar superior do abdome, associada a náuseas e vômitos. Ao exame físico, a paciente se encontra afebril, anictérica, hidratada; abdome doloroso à palpação de hipocôndrio direito, sinal de Murphy duvidoso, sem sinais de peritonite, sem visceromegalias palpáveis. Após analgesia, a paciente é submetida a exame ultrassonográfico, com o seguinte laudo: vesícula biliar com paredes espessadas e cálculo com 1,2 cm impactado no infundíbulo, sem sinais de dilatação de vias biliares intra ou extra-hepáticas. Apresenta leucocitose de 11.300, com desvio à esquerda. Bilirrubinas totais de 1,1. Diante da principal hipótese diagnóstica, além do jejum, indique a conduta adequada:

Alternativas

  1. A) Analgesia + Hidratação + Antibioticoterapia + Colangiorressonância para exploração da via biliar. Após, colecistectomia laparoscópica em até 24 horas.
  2. B) Analgesia + Hidratação + Colecistectomia laparoscópica de emergência.
  3. C) Analgesia + Hidratação + Antibioticoterapia e colecistectomia laparoscópica em até 72 horas.
  4. D) Analgesia + Hidratação + Colangiopancreatograa retrógrada endoscópica em até 24 horas, visando à desobstrução de vias biliares. Se refratária, colecistectomia laparoscópica em até 72 horas.

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