UNAERP - Universidade de Ribeirão Preto (SP) — Prova 2019
Mulher de 72 anos, sem comorbidades, com história de coleciste crônica calculosa, em programação de resolução cirúrgica laparoscópica. Para realização do procedimento, são elementos necessários, exceto:
Colecistectomia laparoscópica → Necessita acesso venoso, intubação, monitorização e jejum. Sondagem vesical não é rotina.
A colecistectomia laparoscópica é um procedimento comum que exige anestesia geral, acesso venoso, intubação endotraqueal, monitorização contínua e jejum adequado. A sondagem vesical, no entanto, não é um elemento necessário de rotina para este tipo de cirurgia, sendo reservada para casos específicos.
A colecistectomia laparoscópica é o padrão-ouro para o tratamento da colecistite crônica calculosa e outras patologias da vesícula biliar. É um procedimento minimamente invasivo que oferece vantagens como menor dor pós-operatória, menor tempo de internação e recuperação mais rápida. O preparo adequado do paciente e a compreensão dos elementos essenciais para sua realização são cruciais para a segurança e o sucesso cirúrgico. O procedimento é realizado sob anestesia geral, o que implica a necessidade de intubação endotraqueal para controle das vias aéreas e ventilação. A monitorização contínua dos sinais vitais (eletrocardiograma, pressão arterial, oximetria de pulso, capnografia) é fundamental para detectar e gerenciar intercorrências. O acesso venoso é indispensável para a administração de fluidos, medicamentos e hemoderivados, se necessário. O jejum pré-operatório é uma medida padrão para reduzir o risco de aspiração pulmonar durante a indução anestésica. A sondagem vesical, por outro lado, não é um elemento necessário de rotina para a maioria das colecistectomias laparoscópicas eletivas. Embora seja comum em cirurgias abdominais abertas ou procedimentos laparoscópicos mais extensos, a colecistectomia laparoscópica geralmente é de curta duração e não exige o esvaziamento contínuo da bexiga, que pode ser esvaziada antes do procedimento. Sua indicação é reservada para situações específicas, como cirurgias prolongadas ou pacientes com comorbidades que justifiquem a monitorização do débito urinário.
Para uma colecistectomia laparoscópica, são requisitos básicos: acesso venoso para administração de fluidos e medicamentos, anestesia geral com intubação endotraqueal para controle das vias aéreas, monitorização contínua dos sinais vitais e jejum adequado para reduzir o risco de aspiração.
A sondagem vesical não é rotineira na colecistectomia laparoscópica porque o procedimento geralmente é de curta duração e o campo cirúrgico não exige esvaziamento contínuo da bexiga. A bexiga pode ser esvaziada antes da cirurgia, e a distensão vesical não costuma ser um problema significativo.
A sondagem vesical pode ser indicada em colecistectomias laparoscópicas mais longas ou complexas, em pacientes com risco de retenção urinária, em casos de bexiga muito distendida que possa dificultar o acesso ou aumentar o risco de lesão, ou quando há necessidade de monitorização precisa do débito urinário.
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