FJG - Fundação João Goulart / SMS Rio de Janeiro — Prova 2015
Em relação à colecistopatia litiásica e seu tratamento, é correto afirmar que:
Colecistectomia em gestantes com sintomas refratários é segura no 2º trimestre.
Em gestantes com colecistopatia litiásica sintomática e refratária ao tratamento conservador, a colecistectomia laparoscópica é considerada segura e eficaz, sendo preferencialmente realizada no segundo trimestre de gestação para minimizar riscos maternos e fetais.
A colecistopatia litiásica é uma condição comum, e seu manejo varia de acordo com a presença e gravidade dos sintomas. A colecistectomia é o tratamento definitivo para a colelitíase sintomática. Em gestantes, a decisão cirúrgica requer avaliação cuidadosa dos riscos e benefícios, sendo o segundo trimestre o período mais seguro para intervenções cirúrgicas não obstétricas. O tratamento conservador é a primeira linha para cólica biliar em gestantes, mas a cirurgia é indicada se os sintomas forem recorrentes e refratários, para evitar complicações graves que poderiam comprometer a gestação.
O tratamento de escolha para colecistite aguda é a colecistectomia, preferencialmente realizada precocemente (nas primeiras 72 horas) após o diagnóstico, juntamente com antibioticoterapia de amplo espectro.
A cirurgia para litíase biliar assintomática geralmente não é indicada, exceto em casos específicos como vesícula em porcelana, pólipos vesiculares maiores que 1 cm, cálculos biliares muito grandes (>3 cm) ou em pacientes com anemia falciforme ou que serão submetidos a cirurgia bariátrica ou transplante.
A parede da vesícula biliar é considerada normal à ultrassonografia quando sua espessura é menor que 3 mm. Um espessamento maior que 3-4 mm pode indicar colecistite ou outras patologias.
Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.
Responder questão no MedEvo