UEPA - Universidade do Estado do Pará - Belém — Prova 2022
Uma paciente de 47 anos está sendo submetida a uma colecistectomia convencional. A incisão realizada, a artéria e a estrutura da árvore biliar ligados durante esta cirurgia, são, respectivamente:
Colecistectomia convencional → Incisão de Kocher, ligadura artéria cística e ducto cístico.
A colecistectomia convencional, embora menos comum hoje que a laparoscópica, exige conhecimento da anatomia cirúrgica. A incisão de Kocher oferece excelente exposição para o quadrante superior direito, sendo a artéria e o ducto cístico as estruturas essenciais a serem ligadas para remover a vesícula biliar.
A colecistectomia é um dos procedimentos cirúrgicos mais comuns, sendo a colecistectomia convencional (aberta) ainda relevante em casos selecionados, apesar da predominância da via laparoscópica. É fundamental para o residente de cirurgia conhecer a anatomia cirúrgica e as técnicas básicas. A compreensão das incisões cirúrgicas e das estruturas anatômicas envolvidas é um pilar para a segurança do paciente e o sucesso do procedimento. A incisão de Kocher, uma incisão subcostal direita, é a via de acesso clássica para a vesícula biliar e as vias biliares extra-hepáticas. Durante a colecistectomia, a identificação e ligadura da artéria cística (ramo da artéria hepática direita) e do ducto cístico (que drena a bile da vesícula para o ducto hepático comum) são passos críticos. A dissecção cuidadosa dentro do Triângulo de Calot é essencial para evitar lesões iatrogênicas das vias biliares principais ou da artéria hepática. O domínio desses conceitos é vital não apenas para a execução cirúrgica, mas também para a resolução de questões de prova que testam o conhecimento anatômico e técnico. A escolha da incisão e a identificação correta das estruturas são pontos frequentemente abordados, reforçando a importância de uma base sólida em anatomia cirúrgica para o residente.
A incisão de Kocher, uma incisão subcostal direita, é a mais tradicionalmente utilizada para colecistectomia convencional, oferecendo excelente acesso à vesícula biliar e vias biliares.
Durante a colecistectomia, as estruturas essenciais a serem ligadas são a artéria cística, que irriga a vesícula biliar, e o ducto cístico, que conecta a vesícula ao ducto hepático comum.
O Triângulo de Calot é uma área anatômica delimitada pelo ducto cístico, ducto hepático comum e borda inferior do fígado. É crucial para identificar e ligar a artéria cística e o ducto cístico com segurança.
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