Colangite Esclerosante Primária de Pequenos Ductos e Biópsia

UNICAMP/HC - Hospital de Clínicas da Unicamp - Campinas (SP) — Prova 2026

Enunciado

Mulher, 38a, procurou atendimento por fadiga e prurido cutâneo progressivo nos últimos quatro meses. Antecedentes pessoais: nega doenças prévias, cirurgias, uso de medicamentos, suplementos ou chás, e não ingere bebidas alcoólicas. Exame físico: múltiplas escoriações em extremidades superiores e abdome, abdome indolor à palpação, sem ascite. Escleras sem icterícia. PA=118/76mmHg, FC=82bpm, FR=16irpm, temperatura axilar=36,6°C, oximetria de pulso=98% (ar ambiente). Exames complementares: ALT=256U/L; AST=180U/L; fosfatase alcalina=1.250U/L; GGT=1.060U/L; RNI=1,2; bilirrubina total=1,9mg/dL (direta=1,5mg/dL); albumina=3,9g/dL. Hemograma, função renal e ceruloplasmina normais; gamaglobulinas discretamente aumentadas, às custas de IgM. Sorologias para hepatites A, B e C negativas; FAN e anticorpo antimitocôndria não reagentes. SOBRE O CASO, É CORRETO AFIRMAR:

Alternativas

  1. A) Uma colangiorressonância normal define o diagnóstico de colangite biliar primária soronegativa.
  2. B) Uma colangiorressonância normal não exclui o diagnóstico de colangite esclerosante primária.
  3. C) Uma colonoscopia mostrando doença inflamatória intestinal define o diagnóstico da doença hepática como colangite esclerosante primária.
  4. D) Uma colangiorressonância normal indica a realização de uma colangiopancreatografia endoscópica retrógrada.

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