Colangite Aguda Grave: Diagnóstico e Drenagem Biliar Urgente

UFES/HUCAM - Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes - Vitória (ES) — Prova 2024

Enunciado

Paciente feminina, 67 anos, deu entrada no Pronto Socorro com perda ponderal iniciada há 4 meses, associada a icterícia, dor abdominal em hipocôndrio direito, colúria e acolia fecal nos últimos 7 dias. Apresentava-se emagrecida, com temperatura axilar de 38°C, mucosas hipocoradas, icterícia 3+/3+, pressão arterial de 92/54 mmHg, frequência cardíaca de 106 bpm, abdome flácido, vesícula biliar distendida, palpável e indolor, fígado palpável com bordos irregulares. Foram solicitados exames laboratoriais que mostraram hemoglobina: 9,2 g/dL, leucócitos: 2.750/mm³, plaquetas: 85.000/mm³, creatinina: 2,4mg/dL, bilirrubina total: 16,3mg/dL. Ultrassom do abdome: vesícula biliar distendida, paredes finas, sem cálculos no interior; dilatação das vias biliares intra e extra-hepáticas, sem identificação de fatores obstrutivos. Sobre o caso, podemos afirmar que:

Alternativas

  1. A) A colangiorressonância é um exame fundamental para definir a conduta inicial na unidade de emergência.
  2. B) De acordo com os dados apresentados, a causa mais provável é a presença de cálculos no colédoco.
  3. C) De acordo com a classificação de gravidade, esta paciente deve ser submetida a drenagem biliar o mais precocemente possível.
  4. D) O início da antibioticoterapia deve ser postergado até confirmação do fator etiológico.

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