Colangite Aguda: Tríade de Charcot e Pêntade de Reynolds

UFGD/HU - Hospital Universitário de Dourados (MS) — Prova 2019

Enunciado

Um senhor de 50 anos chega ao Pronto-Socorro com queixa de dor no hipocôndrio direito, náuseas e febre há 2 dias. Encontra-se hipotenso, taquicárdico, oligúrico e ictérico. Ao exame físico abdominal, apresenta dor à palpação profunda do hipocôndrio direito, sem sinais de irritação peritoneal. Os exames laboratoriais demonstram: leucócitos 18.000/mm3 com 10% de bastões; bilirrubinas totais: 8,3 mg/dL, as custas de bilirrulina direta, com elevação das enzimas canaliculares, amilase sérica: 50 U/L. A ultrassonografia de vias biliares demonstra dilatação do colédoco e imagem de cálculo ao nível da papila duodenal. Quanto ao diagnóstico, afirma-se que esse paciente apresenta

Alternativas

  1. A) a tríade de Charcot, caracterizando o quadro de colangite.
  2. B) a pentade de Reynolds, caracterizando o quadro de colangite.
  3. C) o sinal de Murphy, caracterizando o quadro de colecistite e colangite.
  4. D) o sinal de Courvoisier, decorrente da impactação do cálculo no colédoco.
  5. E) a tríade de Kerh, caracterizando o quadro de colangite.

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