Fisiopatologia das Hérnias Ventrais: O Papel do Colágeno

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - Campus Sorocaba — Prova 2025

Enunciado

Uma mulher de 53 anos se apresenta na sua clínica com queixa de protuberância abdominal e desconforto ocasional. Diz que a protuberância piora quando fica em pé, causa dor ao longo do dia, quando ela está ativa, e parece estar aumentando ao longo do último ano. A paciente não apresenta sintomas obstrutivos neste momento. Tem um histórico de uma laparotomia mediana para trauma há 10 anos e um reparo de hérnia ventral há seis anos, com tela sintética. Teve um episódio de celulite no pós-operatório que foi tratado com antibióticos orais. A paciente tem diabetes, que é controlado com medicamentos orais, e, no mais, é saudável. No exame físico, tem um grande defeito abdominal palpável. A tomografia computadorizada revelou um defeito mediano de 6 cm, contendo omento e intestino delgado, bem como dois defeitos adicionais de 1cm, superiormente ao primeiro e sem evidência de obstrução.\nEm relação às hérnias ventrais, qual das seguintes opções está CORRETA?

Alternativas

  1. A) O reparo com sutura primária e o reparo com tela têm taxas de recorrência semelhantes.
  2. B) O tipo de sutura para fechamento da linha média demonstrou afetar o risco de hérnia pósoperatória.
  3. C) Acredita-se que hérnias ventrais secundárias estejam relacionadas a uma proporção anormal de colágeno tipo I e III.
  4. D) O reparo de hérnias ventrais é o procedimento mais comum realizado por cirurgiões gerais.

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