Coinfecção HIV-TB: Diagnóstico e Manejo da Tuberculose Pulmonar

UFPA/HUJBB - Hospital Universitário João de Barros Barreto - Belém (PA) — Prova 2025

Enunciado

Um homem de 35 anos, PVH diagnosticado há 1 ano, nunca aderiu ao tratamento, procura atendimento médico com quadro de tosse seca há 2 meses, com febre vespertina, sudorese noturna e perda de peso de 6 kg nos últimos 3 meses. Ao exame físico, apresenta-se emagrecido, com linfonodomegalias cervicais palpáveis, ausculta pulmonar sem alterações. Os exames laboratoriais mostram uma contagem de CD4 de 150 células/mm³ e uma carga viral elevada (120.000 cópias/mL). O raio-X de tórax revela infiltrado multinodular pulmonar difuso, bilateralmente. Não foi possível a coleta do escarro. Foi realizado o LF-LAM na urina, que foi positivo, e o LF-CrAg, que foi negativo. Diante desse quadro, a conduta mais adequada é

Alternativas

  1. A) iniciar o esquema antirretroviral e o tratamento para pneumocistose com SMT+TMP.
  2. B) iniciar o esquema padrão para tuberculose e começar a terapia antirretroviral dentro de 7 dias.
  3. C) iniciar a terapia antirretroviral após seis semanas do tratamento antifúngico.
  4. D) iniciar o esquema padrão para tuberculose e adiar o início da terapia antirretroviral após finalizá-lo.
  5. E) iniciar o esquema para tuberculose, substituindo rifampicina por rifabutina, e iniciar terapia antirretroviral imediatamente.

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