HMAR - Hospital Memorial Arthur Ramos (AL) — Prova 2020
O início precoce da terapia está associado à redução da transmissibilidade e da morbimortalidade relacionadas à infecção pelo HIV. TARV para o HIV deve ser instituída prontamente. Podemos aceitar o item:
Tenofovir e Lamivudina são ativos contra HIV e HBV, essenciais para coinfecção e prevenção de cirrose/CHC.
A coinfecção HIV-HBV é comum e pode acelerar a progressão da doença hepática. O uso de antirretrovirais com atividade anti-HBV, como Tenofovir e Lamivudina, é crucial para tratar ambas as infecções e prevenir complicações hepáticas graves.
A coinfecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) e pelo vírus da hepatite B (HBV) é um desafio clínico significativo, afetando milhões de pessoas globalmente. A prevalência de HBV em indivíduos com HIV é maior devido a vias de transmissão compartilhadas. O manejo adequado é crucial, pois a infecção por HIV pode acelerar a progressão da doença hepática crônica causada pelo HBV, aumentando o risco de cirrose, insuficiência hepática e carcinoma hepatocelular (CHC). A terapia antirretroviral (TARV) para o HIV deve ser instituída prontamente, e em casos de coinfecção HIV-HBV, a escolha dos fármacos é estratégica. Medicamentos como o Tenofovir (TDF ou TAF) e a Lamivudina (3TC) são de particular importância, pois possuem atividade antiviral tanto contra o HIV quanto contra o HBV. A inclusão desses agentes no esquema TARV não só controla a replicação do HIV, mas também suprime o HBV, diminuindo o risco de progressão da doença hepática e suas complicações. O tratamento da coinfecção visa melhorar a sobrevida, reduzir a morbimortalidade e prevenir a transmissão de ambos os vírus. A monitorização regular da função hepática, carga viral de HBV e marcadores de hepatite é essencial. A descontinuação de medicamentos com atividade anti-HBV em pacientes coinfectados pode levar a exacerbações graves da hepatite, reforçando a necessidade de adesão e acompanhamento contínuo.
Tenofovir (TDF ou TAF) e Lamivudina (3TC) são antirretrovirais com comprovada atividade contra o HIV e o vírus da Hepatite B (HBV), sendo frequentemente utilizados em pacientes com coinfecção.
A coinfecção HIV-HBV acelera a progressão da doença hepática, aumentando o risco de cirrose, insuficiência hepática e carcinoma hepatocelular (CHC). O tratamento adequado do HBV melhora o prognóstico hepático.
Sem tratamento, a coinfecção pode levar rapidamente à cirrose hepática, descompensação hepática, carcinoma hepatocelular e maior morbimortalidade geral, impactando significativamente a qualidade de vida do paciente.
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