Coinfecção TB-HIV: Interações e Manejo Terapêutico
FUBOG - Fundação Banco de Olhos de Goiás — Prova 2019
Enunciado
Para o manejo da Coinfecção TB-HIV em Serviços de Atenção Especializada a Pessoas Vivendo com HIV/AIDS, de maneira adequada, devemos nos atentar para diversas interações de condutas, sendo INADEQUADA apenas que:
Alternativas
A) Pacientes multiexperimentados em TARV que utilizam medicamentos de terceira linha (darunavir, tipranavir, raltegravir, etravirina ou enfuvirtida) devem ter seu esquema de tratamento definido com suporte de profissionais experientes no manejo da resistência do HIV e/ou médicos de referência em genotipagem.
B) Pacientes com coinfecção TB-HIV devem ser monitorados cuidadosamente para avaliar a efetividade e toxicidade do tratamento de ambas as doenças.
C) A rifampicina, indutora do citocromo P450, aumenta o metabolismo do inibidor de protease IP, o que ocasiona diminuição de suas concentrações plasmáticas.
D) A rifampicina possui eficácia e eficiência comprovadas, deve fazer parte do esquema secundário de tratamento para TB e compõe esquema básico preconizado.
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