UFG/HC - Hospital das Clínicas da UFG - Goiânia (GO) — Prova 2017
Ao se dividir o número de óbitos em menores de 28 dias pelo total de nascidos vivos, obtém-se o valor do:
Coeficiente de Mortalidade Neonatal = Óbitos < 28 dias / Nascidos Vivos.
O coeficiente de mortalidade neonatal é um importante indicador de saúde pública que reflete a qualidade da assistência pré-natal, ao parto e neonatal. Ele é calculado dividindo o número de óbitos de recém-nascidos com menos de 28 dias de vida pelo total de nascidos vivos em um determinado período e local.
O coeficiente de mortalidade neonatal é um dos indicadores mais sensíveis para avaliar a qualidade da assistência à saúde materno-infantil em uma determinada região. Ele é definido como o número de óbitos de crianças com menos de 28 dias de vida completos por mil nascidos vivos em um período e local específicos. Sua análise permite identificar áreas com maiores necessidades de intervenção e monitorar o impacto de políticas públicas de saúde. A mortalidade neonatal pode ser subdividida em neonatal precoce (primeiros 7 dias de vida) e neonatal tardia (do 8º ao 27º dia de vida). As causas de mortalidade neonatal precoce estão frequentemente relacionadas a eventos perinatais, como prematuridade extrema, asfixia e malformações congênitas. Já as causas de mortalidade neonatal tardia podem incluir infecções e outras condições que se manifestam após a primeira semana de vida. Compreender o cálculo e a interpretação desse coeficiente é fundamental para residentes e profissionais de saúde, pois permite uma avaliação crítica dos serviços de saúde e a proposição de estratégias para a redução da mortalidade infantil. A melhoria da assistência pré-natal, ao parto e neonatal, incluindo o acesso a unidades de terapia intensiva neonatal, são pilares para a redução desses índices.
A mortalidade neonatal refere-se aos óbitos de recém-nascidos com menos de 28 dias de vida, enquanto a mortalidade infantil engloba todos os óbitos de crianças até 1 ano de idade.
Ele reflete a qualidade da assistência à gestante, ao parto e ao recém-nascido, sendo sensível a melhorias ou deficiências nos serviços de saúde materno-infantil.
Fatores como prematuridade, baixo peso ao nascer, asfixia perinatal, infecções e malformações congênitas são as principais causas de óbitos neonatais.
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