FBHC - Fundação de Beneficência Hospital de Cirurgia (SE) — Prova 2015
Estudos apontam que a mortalidade infantil em Sergipe diminuiu 75% de 1980 a 2010. Isso significa que em 2010, o coeficiente de mortalidade foi 22 óbitos por mil nascidos vivos, sendo que em 1980 esse número chegava a 90. Assim, pode-se afirmar que:
Mortalidade Infantil = Óbitos < 1 ano / Nascidos Vivos (por 1000). Redução de 90 para 22 significa 68 óbitos a menos por mil NV.
O coeficiente de mortalidade infantil (CMI) mede o número de óbitos de crianças menores de um ano por mil nascidos vivos em um determinado período. Uma redução de 90 para 22 óbitos por mil nascidos vivos significa que, para cada grupo de mil nascidos vivos, 68 crianças a mais sobreviveram em 2010 em comparação com 1980 (90 - 22 = 68).
O Coeficiente de Mortalidade Infantil (CMI) é um dos indicadores de saúde mais importantes e amplamente utilizados para avaliar as condições de saúde e desenvolvimento socioeconômico de uma população. Ele é definido como o número de óbitos de crianças menores de um ano de idade por mil nascidos vivos em um determinado período e local. A fórmula é: (Número de óbitos de crianças < 1 ano / Número de nascidos vivos) x 1.000. No exemplo dado, em 1980, o CMI em Sergipe era de 90 óbitos por mil nascidos vivos, o que significa que, para cada 1.000 crianças nascidas vivas, 90 morriam antes de completar um ano. Em 2010, o CMI reduziu para 22 óbitos por mil nascidos vivos. A redução de 75% é calculada como ((90-22)/90) * 100 = (68/90) * 100 ≈ 75,5%. A afirmação correta é que, para cada grupo de mil nascidos vivos, 67,5 (aproximadamente 68) crianças deixaram de morrer antes de seu primeiro ano (90 - 22 = 68). A alternativa A está ligeiramente arredondada, mas é a que melhor representa o cálculo. Para residentes, é crucial não apenas saber o cálculo do CMI, mas também entender sua interpretação e o que ele reflete sobre a saúde materno-infantil e as políticas públicas. Uma queda acentuada no CMI, como a observada, geralmente indica melhorias no acesso e qualidade do pré-natal, assistência ao parto, imunização, saneamento básico, nutrição e cuidados de saúde para crianças, sendo um reflexo direto do impacto de intervenções em saúde pública.
O CMI é calculado dividindo o número de óbitos de crianças menores de um ano de idade em um determinado período e local pelo número de nascidos vivos no mesmo período e local, e o resultado é multiplicado por 1.000.
O CMI é um dos indicadores mais sensíveis das condições de saúde e desenvolvimento socioeconômico de uma população. Ele reflete a qualidade do pré-natal, parto, assistência ao recém-nascido, condições de saneamento, nutrição e acesso a serviços de saúde.
Uma redução de 75% na mortalidade infantil, como de 90 para 22 óbitos por mil nascidos vivos, significa que houve uma melhora substancial nas condições de saúde e assistência, resultando em um número significativamente menor de crianças morrendo antes de completar um ano de vida.
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