PUC Sorocaba - Pontifícia Universidade Católica de Sorocaba (SP) — Prova 2018
Qual foi o valor do Coeficiente de Mortalidade Infantil da região Sudeste em 2009?
CMI Sudeste 2009 = 13,6 por mil nascidos vivos.
O Coeficiente de Mortalidade Infantil (CMI) é um importante indicador de saúde pública, refletindo as condições socioeconômicas e de acesso à saúde. Em 2009, o CMI da região Sudeste foi de 13,6 por mil nascidos vivos.
O Coeficiente de Mortalidade Infantil (CMI) é um dos indicadores de saúde mais relevantes e amplamente utilizados para avaliar as condições de vida e o nível de desenvolvimento de uma população. Ele reflete a proporção de óbitos de crianças menores de um ano de idade por mil nascidos vivos em um determinado período e área geográfica. A análise do CMI permite identificar desigualdades regionais e monitorar o impacto de políticas públicas de saúde. No contexto brasileiro, o CMI tem apresentado uma tendência de queda nas últimas décadas, embora ainda existam disparidades regionais significativas. A questão aborda um dado específico para a região Sudeste em 2009, que era de 13,6 por mil nascidos vivos. Conhecer esses valores e suas tendências é fundamental para profissionais de saúde pública e residentes que atuam em áreas como Medicina Preventiva e Social, Pediatria e Ginecologia-Obstetrícia. A compreensão dos fatores que influenciam o CMI, como acesso a pré-natal de qualidade, assistência ao parto, saneamento básico, educação materna e programas de imunização, é essencial para a formulação e avaliação de intervenções eficazes. A redução do CMI é um objetivo contínuo da saúde pública, indicando melhorias nas condições de saúde materno-infantil e no bem-estar geral da sociedade.
O CMI é calculado dividindo o número de óbitos de crianças menores de um ano pelo número de nascidos vivos em um determinado período e local, multiplicado por mil.
O CMI é um dos indicadores mais sensíveis das condições de vida e saúde de uma população, refletindo o acesso a saneamento básico, educação, assistência pré-natal e pediátrica, e nutrição.
Fatores como condições socioeconômicas, acesso a serviços de saúde (pré-natal, parto, puericultura), saneamento básico, educação materna e nutrição infantil são cruciais para a taxa de mortalidade infantil.
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