SES-GO - Secretaria de Estado de Saúde de Goiás — Prova 2017
O coeficiente de mortalidade infantil é um indicador que:
Coeficiente Mortalidade Infantil = risco de óbito < 1 ano entre nascidos vivos.
O coeficiente de mortalidade infantil é um dos mais importantes indicadores de saúde de uma população, refletindo as condições socioeconômicas, ambientais e de acesso aos serviços de saúde, especialmente para gestantes e crianças.
O coeficiente de mortalidade infantil (CMI) é um dos indicadores de saúde mais sensíveis e amplamente utilizados para avaliar as condições de vida e o desenvolvimento socioeconômico de uma população. Ele é definido como o número de óbitos de crianças menores de um ano de idade por mil nascidos vivos em um determinado período e local. Sua importância reside no fato de que a saúde infantil é altamente vulnerável a fatores ambientais, sociais e de acesso aos serviços de saúde. A fórmula para o CMI é: (Número de óbitos de menores de 1 ano / Número de nascidos vivos) x 1000. Este indicador reflete a qualidade do pré-natal, da assistência ao parto, da atenção básica à saúde, das condições de saneamento, nutrição e educação da mãe e da família. Uma redução no CMI geralmente indica melhorias nessas áreas, enquanto um CMI elevado aponta para deficiências significativas. Para residentes, compreender o CMI é fundamental para a prática em saúde pública e pediatria. Ele não apenas mede o risco de morte na primeira infância, mas também serve como um termômetro para a eficácia das políticas de saúde materno-infantil. As principais causas de mortalidade infantil variam, mas frequentemente incluem prematuridade, baixo peso ao nascer, asfixia perinatal, infecções e malformações congênitas, demandando intervenções específicas em cada contexto.
O coeficiente de mortalidade infantil é calculado dividindo o número de óbitos de menores de um ano de idade pelo número de nascidos vivos em um determinado período e local, multiplicado por 1000.
Ele é considerado um bom indicador porque reflete diretamente as condições de vida, saneamento, acesso à saúde materna e infantil, e qualidade dos serviços de saúde de uma região.
Fatores como desnutrição, falta de saneamento básico, acesso limitado a pré-natal e assistência ao parto, e doenças infecciosas são grandes influenciadores da mortalidade infantil.
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