SISE-SUS/TO - Sistema de Saúde do Tocantins — Prova 2021
O Código de Ética Médica contém as normas que devem ser seguidas pelos médicos no exercício de sua profissão, inclusive nas atividades relativas a ensino, pesquisa e administração de serviços de saúde, bem como em quaisquer outras que utilizem o conhecimento advindo do estudo da medicina. Em relação aos princípios fundamentais, podemos afirmar que são verdadeiras as seguintes assertivas: I - Exercer a medicina sem ser discriminado por questões de religião, etnia, cor, sexo, orientação sexual, nacionalidade, idade, condição social, opinião política, deficiência ou de qualquer outra natureza. II - O alvo de toda a atenção do médico é a saúde do ser humano, em benefício da qual deverá agir com o máximo de zelo e o melhor de sua capacidade profissional. III - Para exercer a medicina com honra e dignidade, o médico necessita ter boas condições de trabalho e ser remunerado de forma justa. IV - Ao médico cabe zelar e trabalhar pelo perfeito desempenho ético da medicina, bem como pelo prestígio e bom conceito da profissão.V - É vedado ao médico causar dano ao paciente, por ação ou omissão, caracterizável como imperícia, imprudência ou negligência.
Princípios Fundamentais do CEM: Foco na saúde humana, condições de trabalho justas, zelo ético da profissão.
O Código de Ética Médica (CEM) estabelece os pilares da conduta profissional. É crucial diferenciar os princípios fundamentais (Art. 2º) dos direitos do médico (Art. 3º) e das vedações (Capítulo III), pois a prova pode explorar essas distinções.
O Código de Ética Médica (CEM) é o documento que norteia a conduta de todos os profissionais de medicina no Brasil, abrangendo desde a prática clínica até atividades de ensino, pesquisa e administração. Seus princípios fundamentais, delineados no Art. 2º, são a base para uma prática médica ética e responsável. Compreender esses princípios é crucial não apenas para a aprovação em provas de residência, mas para a formação de médicos conscientes e íntegros. Os princípios fundamentais enfatizam que o alvo primordial da atenção médica é a saúde do ser humano, exigindo o máximo de zelo e capacidade profissional. Além disso, reconhecem a necessidade de condições de trabalho adequadas e remuneração justa para que o médico possa exercer sua profissão com honra e dignidade. O CEM também impõe ao médico o dever de zelar pelo perfeito desempenho ético da medicina e pelo bom conceito da profissão, reforçando a importância da autorregulação e da responsabilidade coletiva. Para residentes, é vital não apenas memorizar os artigos, mas entender a lógica e a aplicação prática de cada princípio. Distinguir os princípios fundamentais dos direitos do médico e das vedações é um ponto frequentemente explorado em questões de prova. O conhecimento aprofundado do CEM garante uma prática segura, ética e legalmente respaldada, protegendo tanto o profissional quanto o paciente.
Os princípios fundamentais do CEM focam na saúde do ser humano como alvo principal, na necessidade de condições de trabalho dignas e remuneração justa para o médico, e no dever de zelar pelo desempenho ético e prestígio da profissão.
O CEM veda ao médico causar dano ao paciente por ação ou omissão, caracterizável como imperícia (falta de conhecimento técnico), imprudência (agir sem cautela) ou negligência (deixar de fazer o necessário).
Os "Princípios Fundamentais" (Art. 2º) estabelecem a base da conduta médica, enquanto os "Direitos do Médico" (Art. 3º) garantem a autonomia e condições para o exercício da profissão, como não ser discriminado ou recusar atendimento em certas situações.
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