PUC Sorocaba - Pontifícia Universidade Católica de Sorocaba (SP) — Prova 2025
Segundo o Código de Ética Médica, é VEDADO ao médico:
CEM: É VEDADO desrespeitar autonomia do paciente, exceto em iminente risco de morte.
O Código de Ética Médica (CEM) protege a autonomia do paciente, garantindo seu direito de decidir sobre procedimentos diagnósticos e terapêuticos. A única exceção para essa vedação é em situações de iminente risco de morte, onde a intervenção pode ser necessária para salvar a vida do paciente.
O Código de Ética Médica (CEM) é o conjunto de normas que regulamenta a conduta dos médicos no Brasil, visando proteger a sociedade e a dignidade da profissão. Ele aborda princípios fundamentais como a beneficência, não maleficência, justiça e, de forma proeminente, a autonomia do paciente. A compreensão dessas diretrizes é essencial para a prática médica diária e para a formação de profissionais éticos. A autonomia do paciente é um pilar da ética médica, garantindo que o indivíduo tenha o direito de decidir livremente sobre seu próprio corpo e tratamento, após ser devidamente informado. O CEM veda expressamente qualquer desrespeito a esse direito, reforçando a importância do consentimento informado. Essa prerrogativa do paciente só encontra uma exceção em situações de iminente risco de morte, onde a intervenção médica imediata é justificada para preservar a vida. É crucial que o médico estabeleça uma relação de confiança com o paciente, fornecendo informações claras e compreensíveis para que ele possa tomar decisões conscientes. O conhecimento das vedações do CEM é fundamental para evitar infrações éticas e legais, assegurando uma prática profissional responsável e humanizada, alinhada com os princípios da bioética e os direitos dos pacientes.
O paciente tem direito à informação clara, ao sigilo médico, à escolha do tratamento e, principalmente, à autonomia para decidir sobre sua saúde, exceto em iminente risco de morte, conforme o CEM.
A única exceção prevista no CEM para desrespeitar a decisão do paciente é em caso de iminente risco de morte, onde a intervenção é vital para salvar a vida e não há tempo hábil para obter consentimento.
O consentimento informado é a permissão dada pelo paciente após receber todas as informações sobre seu estado de saúde, opções de tratamento, riscos e benefícios. É crucial para garantir sua autonomia e a relação de confiança médico-paciente.
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