PSU-AL - Processo Seletivo Unificado de Alagoas — Prova 2018
Constitui atribuição médica nos termos do Código de Ética Médica:
Médico tem dever ético de comunicar autoridades sobre deterioração ambiental prejudicial à saúde e vida.
O Código de Ética Médica estabelece que o médico deve zelar pela saúde individual e coletiva, o que inclui a responsabilidade de alertar sobre fatores ambientais que possam comprometer a vida e a saúde da população.
O Código de Ética Médica (CEM) é o conjunto de normas que regulamentam a conduta dos médicos no Brasil, estabelecendo seus direitos, deveres e responsabilidades. Ele é fundamental para a prática profissional, garantindo a ética e a qualidade do atendimento à saúde. Sua compreensão é crucial para todos os estudantes e profissionais da medicina, pois orienta desde a relação médico-paciente até a atuação em saúde pública. A atribuição de comunicar às autoridades sobre a deterioração do ecossistema prejudicial à saúde reflete a dimensão social e ambiental da medicina, indo além do cuidado individual. Este dever ressalta a importância da saúde coletiva e a responsabilidade do médico como agente de transformação social e protetor da vida em seu sentido mais amplo. É um exemplo de como a ética médica se estende para além do consultório. É comum que questões de ética médica abordem dilemas sobre autonomia do paciente, sigilo profissional e responsabilidade social. A alternativa correta destaca a responsabilidade do médico com a saúde ambiental, um tema cada vez mais relevante. É vital que o residente compreenda que a ética não é apenas um conjunto de regras, mas um guia para a prática humanizada e responsável da medicina.
O médico tem o dever de comunicar às autoridades competentes quaisquer formas de deterioração do ecossistema que sejam prejudiciais à saúde e à vida, agindo em prol da saúde coletiva.
Não, o Código de Ética Médica proíbe a delegação de atos ou atribuições exclusivas da profissão médica a outros profissionais, mesmo que julgue necessário.
Não, o médico deve respeitar a autonomia do paciente, indicando procedimentos cientificamente reconhecidos, mas não pode executá-los contra o desejo do paciente, salvo em situações de risco iminente à vida e incapacidade de decisão.
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