HIAE/Einstein - Hospital Israelita Albert Einstein (SP) — Prova 2022
Um usuário idoso do Sistema Único de Saúde recebeu no mesmo dia, por opção pessoal e dificuldade de locomoção até a Unidade Básica de Saúde (UBS), a vacina anual de vírus atenuado contra influenza e a segunda dose da vacina AstraZeneca contra covid-19. Segundo a Organização Mundial da Saúde, essa coadministração é
Coadministração de vacinas (ex: influenza e COVID-19) é aceitável e segura, sem evidência de aumento de eventos adversos ou redução de eficácia.
A coadministração de vacinas, como a vacina contra influenza (vírus atenuado) e a vacina contra COVID-19 (AstraZeneca, vetor viral), é geralmente aceitável e segura. Não há evidências robustas que sugiram um aumento significativo de eventos adversos ou uma redução na eficácia imunológica de ambas as vacinas quando administradas simultaneamente.
A imunização é uma das intervenções de saúde pública mais eficazes, e a administração de múltiplas vacinas é uma prática comum e segura. A coadministração de vacinas, como a vacina anual contra influenza e as vacinas contra COVID-19, tem sido objeto de estudo e recomendação por órgãos de saúde globais, como a Organização Mundial da Saúde (OMS). A fisiopatologia da resposta imune a múltiplas vacinas simultaneamente não demonstra sobrecarga do sistema imunológico. O sistema imune é capaz de responder a inúmeros antígenos ao mesmo tempo, e as vacinas contêm apenas uma pequena fração dos antígenos aos quais somos expostos diariamente. A preocupação com a interferência imunológica ou o aumento de eventos adversos tem sido amplamente refutada por evidências científicas. As diretrizes atuais, incluindo as da OMS e de agências reguladoras nacionais, afirmam que a coadministração de vacinas contra influenza e COVID-19 é aceitável. Não há forte evidência de que essa prática aumente a incidência ou a gravidade dos eventos adversos, nem que reduza a formação de anticorpos ou a eficácia protetora de qualquer uma das vacinas. Pelo contrário, a coadministração pode melhorar as taxas de vacinação e a proteção da população, especialmente em grupos de risco como idosos, ao simplificar o processo de imunização.
Sim, a coadministração da vacina da gripe e da vacina contra COVID-19 é considerada segura e eficaz, conforme as recomendações de diversas autoridades de saúde, incluindo a OMS.
Estudos têm demonstrado que a coadministração de vacinas geralmente não compromete a resposta imune a nenhum dos antígenos, mantendo a eficácia protetora de cada vacina.
Os benefícios incluem a simplificação do calendário vacinal, o aumento das taxas de cobertura vacinal e a proteção simultânea contra múltiplas doenças, otimizando o acesso à saúde.
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