IOG - Instituto de Olhos de Goiânia — Prova 2022
Paciente, 74 anos de idade, refere lesão distrófica na perna direita há 1 mês. Na arteriografia, observa-se lesão no território aorto-ilíaco à direita, TASC A. Para esta classifica ção do TASC (Transatlantic Inter-Societal Consensus), a melhor conduta é:
Lesões TASC A em DAOP aorto-ilíaca → tratamento endovascular é a conduta preferencial.
A classificação TASC (Transatlantic Inter-Societal Consensus) é fundamental para guiar a escolha do tratamento em pacientes com doença arterial obstrutiva periférica. Lesões TASC A são simples, curtas e unilaterais, com alta taxa de sucesso e baixa morbidade com o tratamento endovascular.
A Doença Arterial Obstrutiva Periférica (DAOP) é uma manifestação comum da aterosclerose sistêmica, afetando as artérias dos membros inferiores e podendo levar a isquemia crítica. A classificação TASC (Transatlantic Inter-Societal Consensus) é uma ferramenta essencial para estratificar a gravidade e complexidade das lesões e guiar a decisão terapêutica entre tratamento endovascular e cirurgia aberta. A classificação TASC divide as lesões em tipos A, B, C e D, com A sendo as mais simples e D as mais complexas. Lesões TASC A são caracterizadas por estenoses curtas e unilaterais ou oclusões muito curtas, com alta probabilidade de sucesso com técnicas endovasculares. Para lesões TASC A, o tratamento endovascular, como angioplastia com balão ou colocação de stent, é a conduta de escolha devido à sua eficácia, menor morbidade e recuperação mais rápida em comparação com a cirurgia aberta. A cirurgia aberta é geralmente reservada para lesões mais complexas (TASC C e D) ou falha do tratamento endovascular.
A classificação TASC (Transatlantic Inter-Societal Consensus) é um sistema que categoriza as lesões ateroscleróticas em DAOP (A, B, C, D) com base em sua complexidade, extensão e localização, auxiliando na escolha entre tratamento endovascular e cirurgia aberta.
O tratamento endovascular é a principal indicação para lesões aorto-ilíacas classificadas como TASC A e B, devido à sua menor invasividade, menor morbidade e bons resultados a longo prazo para essas lesões menos complexas.
Lesões TASC A são tipicamente curtas (<3 cm), estenoses unilaterais ou oclusões curtas (<3 cm) das artérias ilíacas, com baixo risco de falha do tratamento endovascular, sendo consideradas as mais simples e com melhor prognóstico para intervenção minimamente invasiva.
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