HMAR - Hospital Memorial Arthur Ramos (AL) — Prova 2020
A ginecomastia é a proliferação benigna mais comum do tecido glandular da mama masculina, causada pela alteração do equilíbrio entre as concentrações de estrógeno e androgênios. Pela Classificação de Simon, a mama que apresenta aumento mamário moderado com redundância de pele definida, similar a mama feminina corresponde ao grau:
Ginecomastia Grau III (Simon) = aumento acentuado, excesso de pele, ptose, similar à mama feminina.
A Classificação de Simon é amplamente utilizada para categorizar a ginecomastia com base no tamanho do aumento glandular e na presença de excesso de pele. O Grau III, em particular, descreve um aumento mamário acentuado, com significativa redundância de pele e ptose, assemelhando-se a uma mama feminina. Essa classificação é crucial para guiar a escolha da técnica cirúrgica mais apropriada.
A ginecomastia é uma condição comum caracterizada pela proliferação benigna do tecido glandular da mama masculina, resultante de um desequilíbrio entre as concentrações de estrogênio e androgênios. Embora muitas vezes benigna e fisiológica (na puberdade ou senilidade), pode ser um sinal de condições subjacentes importantes, como doenças hepáticas, renais, tumores ou uso de medicamentos específicos. O diagnóstico envolve anamnese detalhada, exame físico e, por vezes, exames laboratoriais e de imagem para investigar a causa. A Classificação de Simon é uma ferramenta essencial para categorizar a ginecomastia e guiar a conduta terapêutica, especialmente a cirúrgica. Essa classificação considera o volume do tecido glandular e a presença de excesso de pele. O Grau I apresenta um pequeno aumento glandular sem excesso de pele. O Grau II é dividido em IIa (aumento moderado sem excesso de pele) e IIb (aumento moderado com excesso de pele). O Grau III, conforme descrito na questão, corresponde a um aumento mamário acentuado, com redundância de pele e ptose, conferindo à mama masculina uma aparência similar à feminina. O tratamento da ginecomastia pode variar desde a observação (para casos fisiológicos e leves) até a terapia medicamentosa (antiestrogênios) ou cirurgia. A cirurgia é indicada para casos persistentes, sintomáticos ou esteticamente incômodos, e a escolha da técnica (lipoaspiração, ressecção glandular, ressecção de pele) é diretamente influenciada pelo grau da ginecomastia segundo a Classificação de Simon. Compreender essa classificação é fundamental para o residente na avaliação e manejo desses pacientes.
A Classificação de Simon divide a ginecomastia em: Grau I (pequeno aumento, localizado na aréola, sem excesso de pele), Grau IIa (aumento moderado, sem excesso de pele), Grau IIb (aumento moderado, com excesso de pele) e Grau III (aumento acentuado, com excesso de pele e ptose, assemelhando-se a uma mama feminina).
A Classificação de Simon é fundamental para determinar a melhor abordagem cirúrgica. Graus mais avançados, como o Grau III, geralmente requerem técnicas mais complexas, como ressecção de pele e reposicionamento do complexo aréolo-mamilar, além da lipoaspiração e ressecção glandular.
A ginecomastia é causada por um desequilíbrio entre estrogênios e androgênios. As causas incluem ginecomastia fisiológica (neonatal, puberal, senil), uso de medicamentos (espironolactona, digoxina, cimetidina), doenças hepáticas, renais, tumores (testiculares, adrenais) e condições endócrinas como o hipogonadismo.
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