SMS-SP - Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo — Prova 2023
Acerca da classificação de SAKITA para úlceras gástricas, é correto afirmar que H1 corresponde à úlcera
Sakita H1: úlcera gástrica em cicatrização inicial, com fibrina tênue e discreta convergência de pregas.
A classificação de Sakita descreve os estágios de cicatrização de úlceras gástricas, sendo crucial para o acompanhamento endoscópico. H1 representa o estágio inicial de cicatrização, com características como fibrina tênue e hiperemia marginal, indicando que a úlcera está respondendo ao tratamento.
A classificação de Sakita é uma ferramenta endoscópica amplamente utilizada para descrever os estágios de cicatrização das úlceras gástricas. Essa classificação é fundamental para o acompanhamento clínico e endoscópico dos pacientes, permitindo avaliar a eficácia do tratamento e identificar úlceras que podem ter um curso atípico ou maligno. Os estágios principais são: A (ativa), H (em cicatrização) e C (cicatriz). O estágio A é subdividido em A1 (úlcera com fibrina espessa e clara) e A2 (úlcera com fibrina tênue e esbranquiçada). O estágio H (healing) é subdividido em H1 e H2. H1 corresponde à úlcera com fibrina tênue, discreta convergência de pregas e hiperemia marginal, indicando o início da cicatrização. H2 apresenta maior convergência de pregas e menor fibrina. O estágio C (cicatriz) é subdividido em C1 (cicatriz vermelha com convergência de pregas) e C2 (cicatriz branca, sem convergência de pregas). A correta identificação desses estágios é crucial para o manejo, pois úlceras que não cicatrizam adequadamente ou que apresentam características atípicas podem necessitar de biópsias repetidas para excluir malignidade, especialmente em úlceras gástricas.
A classificação de Sakita descreve os estágios de cicatrização da úlcera gástrica: A (ativa), H (em cicatrização) e C (cicatriz). Cada estágio possui subcategorias (A1, A2, H1, H2, C1, C2).
Uma úlcera gástrica H1 é caracterizada por fibrina tênue no fundo, discreta convergência de pregas mucosas e hiperemia marginal, indicando o início do processo de cicatrização.
A classificação de Sakita é importante para monitorar a resposta ao tratamento, avaliar o risco de complicações e determinar a necessidade de biópsias de acompanhamento, especialmente para descartar malignidade em úlceras que não cicatrizam.
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