Classificação de Sakita para Úlceras Gástricas: Estágio H1

SMS-SP - Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo — Prova 2023

Enunciado

Acerca da classificação de SAKITA para úlceras gástricas, é correto afirmar que H1 corresponde à úlcera

Alternativas

  1. A) com ilhas de tecido de regeneração, com convergência nítida de pregas e intensa hiperemia marginal.
  2. B) com bordas planas e nítidas, fundo com fibrina e, por vezes, restos necróticos
  3. C) com a formação de uma cicatriz vermelha com reação inflamatória adjacente residual.
  4. D) com fibrina tênue, discreta convergência de pregas e com hiperemia marginal.
  5. E) em que as bordas tornam-se bem definidas, às vezes elevadas, tomando forma mais nítida, e o fundo com fibrina espessa e clara.

Pérola Clínica

Sakita H1: úlcera gástrica em cicatrização inicial, com fibrina tênue e discreta convergência de pregas.

Resumo-Chave

A classificação de Sakita descreve os estágios de cicatrização de úlceras gástricas, sendo crucial para o acompanhamento endoscópico. H1 representa o estágio inicial de cicatrização, com características como fibrina tênue e hiperemia marginal, indicando que a úlcera está respondendo ao tratamento.

Contexto Educacional

A classificação de Sakita é uma ferramenta endoscópica amplamente utilizada para descrever os estágios de cicatrização das úlceras gástricas. Essa classificação é fundamental para o acompanhamento clínico e endoscópico dos pacientes, permitindo avaliar a eficácia do tratamento e identificar úlceras que podem ter um curso atípico ou maligno. Os estágios principais são: A (ativa), H (em cicatrização) e C (cicatriz). O estágio A é subdividido em A1 (úlcera com fibrina espessa e clara) e A2 (úlcera com fibrina tênue e esbranquiçada). O estágio H (healing) é subdividido em H1 e H2. H1 corresponde à úlcera com fibrina tênue, discreta convergência de pregas e hiperemia marginal, indicando o início da cicatrização. H2 apresenta maior convergência de pregas e menor fibrina. O estágio C (cicatriz) é subdividido em C1 (cicatriz vermelha com convergência de pregas) e C2 (cicatriz branca, sem convergência de pregas). A correta identificação desses estágios é crucial para o manejo, pois úlceras que não cicatrizam adequadamente ou que apresentam características atípicas podem necessitar de biópsias repetidas para excluir malignidade, especialmente em úlceras gástricas.

Perguntas Frequentes

Quais são os principais estágios da classificação de Sakita para úlceras gástricas?

A classificação de Sakita descreve os estágios de cicatrização da úlcera gástrica: A (ativa), H (em cicatrização) e C (cicatriz). Cada estágio possui subcategorias (A1, A2, H1, H2, C1, C2).

O que caracteriza uma úlcera gástrica no estágio H1 de Sakita?

Uma úlcera gástrica H1 é caracterizada por fibrina tênue no fundo, discreta convergência de pregas mucosas e hiperemia marginal, indicando o início do processo de cicatrização.

Por que é importante classificar as úlceras gástricas segundo Sakita?

A classificação de Sakita é importante para monitorar a resposta ao tratamento, avaliar o risco de complicações e determinar a necessidade de biópsias de acompanhamento, especialmente para descartar malignidade em úlceras que não cicatrizam.

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